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Coronavírus: o que você precisa saber e fazer

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: quarta-feira, 18 de março de 2020    

O COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo mais recente agente descoberto da família de vírus, chamada coronavírus. Os primeiros casos foram registrados em Wuhan na China e se espalharam pelo mundo todo em um curto período de tempo.

As infecções por coronavírus podem causar doenças respiratórias, semelhantes a um resfriado comum até síndromes respiratórias agudas severas. Os sintomas do Covid-19 geralmente envolvem febre, cansaço e tosse seca. Alguns pacientes podem ser assintomáticos, ou seja, estarem infectados pelo vírus, mas não apresentarem sintomas.

A transmissão costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão e contato com superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

No momento, não há medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção. E com o avanço do novo coronavírus no mundo todo, inclusive no Brasil, o Ministério da Saúde anunciou recomendações que a população em geral deve adotar de agora em diante. O objetivo é evitar um crescimento acelerado do ritmo de casos confirmados.

Fique atento às medidas de prevenção necessárias, como:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos e fazer o uso do álcool em gel;
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
  • Evitar contato próximo com pessoas infectadas;
  • Ficar em casa se estiver doente;
  • Usar um lenço descartável para cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar copos, talheres e objetos de uso pessoal;
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência;
  • Manter ambientes bem ventilados e higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • Sempre que possível, permanecer em casa e evitar aglomerações.

Lembre-se, sua ação é a melhor prevenção!

  Tags: #medicina #coronavirus  


Arteterapia contra o estresse e as dores de cabeça

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: sexta-feira, 13 de março de 2020    

Marcada por incertezas e mudanças, a adolescência costuma ser um período bastante turbulento da vida. Foi justamente esse o motivo que levou a enfermeira Elin Björling, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, a avaliar o poder terapêutico da arte num grupo de oito meninas.

“Durante três semanas, elas participavam de sessões e recebiam tarefas com tintas, aquarelas e giz de cera, em que precisavam prestar atenção em seus sentimentos”, relata a cientista. Ao longo do experimento, houve uma queda geral nos níveis de nervosismo e nos episódios de dor de cabeça.

A própria autora admite que a pesquisa é pequena e precisa ser replicada com mais voluntários, mas aponta caminhos interessantes sobre o uso da ferramenta nos consultórios.

A arteterapia começou a se popularizar no início do século 20 graças ao esforço de uma brasileira: a médica Nise da Silveira (1905-1999) estimulava pacientes com doenças psiquiátricas internados num hospital do Rio de Janeiro a pintarem quadros. As obras foram exibidas em várias partes do mundo e viraram símbolo do movimento de humanização de sanatórios e manicômios.

A diferença da arteterapia para um hobby artístico está no apoio de um profissional que acompanha o processo:

  • Aprendizado: desenhos e pinturas são um modo de sedimentar conceitos e teorias ensinados na sala de aula;
  • Autoconhecimento: a arte é um meio valioso para extravasar os sentimentos e notar aflições e incômodos até então ignorados;
  • Reabilitação: trabalhar com atividades manuais e artesanato auxilia na recuperação de um acidente vascular cerebral.

Fonte: https://saude.abril.com.br/

Foto: info

 

  Tags: #psicologia #arteterapia  


Tire suas dúvidas sobre o uso do fio dental

Autor: Dr. Robson Michael Tecchio,   Data Criação: sexta-feira, 06 de março de 2020    

Quando falamos em manter uma boa higiene bucal, a escovação é o primeiro passo que vem à cabeça. Apesar de esse hábito ser de extrema importância, não é a única atitude esperada para conservar um sorriso saudável. Outra medida básica é o uso do fio dental.

Segundo pesquisa realizada em 2016 pelo Datafolha a pedido do Conselho Federal de Odontologia (CFO), 57% dos brasileiros utilizam fio dental. Destes, apenas 30% recorrem a ele mais de uma vez ao dia.

Ainda grande parte da população negligencia o cuidado, por vezes sem ter a clareza que a falta dessa ação pode propiciar de uma simples cárie até mesmo doenças periodontais — que afetam a gengiva e o tecido de sustentação dos dentes.

O fato é que muitas dúvidas chegam aos consultórios odontológicos sobre como usar o fio dental.

O fio dental deve ser usado em toda escovação?

O fio tem a função de alcançar o espaço entre os dentes aonde nenhuma escova é capaz de chegar. Portanto, pode-se dizer que a higiene bucal só fica completa com a sua utilização. Escolher não usar o fio dental em uma ou outra sessão de higiene é escolher deixar sujas algumas partes dos dentes. Assim, o ideal é que ele seja empregado após cada refeição. No entanto, utilizá-lo ao menos uma vez ao dia já melhora (e muito!) a higiene bucal, de preferência antes de dormir, após a última refeição.

Qual é a maneira correta de usar o fio dental?

A pessoa deve colocar o fio com cuidado no espaço entre os dentes para que ele deslize em toda sua superfície lateral, inclusive na parte que é coberta pela borda da gengiva, fazendo leve pressão para que o atrito promova a remoção mecânica da placa bacteriana.  

É melhor passar o fio antes ou depois de escovar os dentes?

No geral não faz diferença, a preferência pessoal é que manda. Porém, estudos recentes mostram que o ideal é que o fio seja utilizado antes da escovação.

Crianças também devem usar?

É aconselhado que o fio dental seja inserido na rotina de higiene bucal de crianças, sendo aplicado pelos próprios pais ou cuidadores até que o pequeno desenvolva coordenação motora e habilidade manual para realizar o procedimento sozinho.

Quem tem prótese pode usar o fio?

O uso do fio dental também é importante para pessoas que têm próteses fixas. A única mudança é o método: como os dentes da prótese são unidos, é necessário usar acessórios específicos, como os passadores de fio, que são pequenas agulhas plásticas que permitem que o fio dental seja passado por baixo da prótese. Escovas interdentais também são úteis nessas situações.

E quem tem aparelho fixo?

Indivíduos com aparelhos fixos também podem utilizar ferramentas como o passa-fio e a escova interdental para auxiliar na higiene bucal. A escova pode ser um aliado muito útil, já que ela também alcança a linha da gengiva, complementando a limpeza com o fio.

Fonte: https://saude.abril.com.br/

Foto: info

 

  Tags: #Odontologia #FioDental  


Aumento de viroses em altas temperaturas: por que isso ocorre e como prevenir?

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020    

O verão é certamente uma das estações mais queridas do ano, porém acaba se tornando um período propício para o ataque de alguns vírus. No post de hoje, vamos entender porque isso acontece e conhecer algumas formas de prevenção.

A virose é uma infecção causada por diversos tipos de vírus que afetam o sistema imunológico do paciente e as mais comuns em períodos de altas temperaturas são as viroses gastrointestinais.

Uma das causas do porque isso acontece pode se dar pelo fato de que em dias mais quentes, as pessoas ficam menos em casa, saem passear, visitam diversos lugares diferentes, fazem refeições em restaurantes e entram em contato com várias superfícies, elevando o risco de contaminação.

Os vírus mais comuns que causam a virose gastrointestinal são o Rotavírus e o Norovírus. Os sintomas de ambos são bem parecidos, causando diarreia, vômito, dores no corpo, dores abdominais e, em muitos casos, febre.

A transmissão pode ser feita através da ingestão de alimentos ou água contaminados e também por meios aquáticos, como o mar e piscinas, pois muitos liberam secreções na água e basta alguém engolir um pouquinho dessa água para se contaminar. Pode-se também ser feita através de mãos contaminadas, isso porque fezes e vômitos de pacientes com o vírus possuem um alto grau de contaminação e se não feita uma higiene adequada após cada evacuação, pode-se contaminar objetos e superfícies.

O melhor caminho para reduzir os riscos de contaminação é a prevenção! Para isso, confira algumas dicas:

  • Lave sempre as mãos, principalmente após usar o banheiro e antes de comer;
  • Use o álcool em gel sempre que possível;
  • Nunca coce a boca, nariz e olhos com a mão suja;
  • Evite comidas que se decomponham facilmente em altas temperaturas, como maioneses, gorduras e frituras.
  • Não beba água ou compre alimentos sem saber a sua procedência;
  • Beba água mineral ou previamente fervida.

Com esses cuidados, você diminui os riscos de ficar doente e aproveita o verão da melhor forma possível!

Fonte: https://www.digest.med.br | https://saude.abril.com.br

Foto: info

  Tags: #Medicina #Viroses  


Massagem para tratar a dor

Autor: Dra. Maiara S. Pimentel,   Data Criação: quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020    

Boa parte da população mundial sofre com dores. Sentir dor é um alerta natural, um aviso de que algo não vai bem no nosso corpo. Em algumas situações, porém, essa manifestação se torna persistente, comprometendo a qualidade de vida. De forma resumida, podemos dizer que a dor aguda, consequência de um trauma ou doença, é aquela que dura menos de três meses. Quando o sintoma supera esse tempo transforma-se em dor crônica. Aí, a dor deixa de ser sinal e vira, ela mesma, problema, prejudicando o trabalho, as atividades diárias, a independência e a vida familiar e afetiva.

Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, traz dados alarmantes sobre a situação em nosso país. Ela indica que 37% da população sofre de dor crônica. As dores mais recorrentes aqui são nas costas (as lombalgias), de cabeça e aquela relacionada ao câncer.

Em meio a esse cenário, em que muitas pessoas ficam desassistidas, existe a possibilidade de explorarmos ainda mais o potencial das chamadas práticas integrativas e complementares a fim de controlar ou minimizar as dores. Falamos de técnicas que visam reequilibrar corpo e mente do indivíduo, suavizar sintomas e devolver qualidade de vida.

No contexto da dor, vamos citar aqui os efeitos e as aplicações da massagem terapêutica, que pode ser definida como a manipulação manual dos tecidos moles do corpo para aprimorar a saúde e o bem-estar em geral. A massagem terapêutica não deve ser confundida com uma massagem relaxante comum.

Existem pesquisas com essa terapia em pelo menos seis tipos de dor:

  • Dor lombar: o desconforto nas costas é a queixa mais comum da população. Já existem evidências de que a massagem terapêutica não só diminui a dor no local, mas também reduz a incapacidade decorrente dela e alivia a ansiedade e a depressão entre quem tem o problema.
  • Fibromialgia: trabalhos científicos indicam que a terapia com massagem pode integrar o tratamento dessa síndrome, marcada por dores espalhadas pelo corpo. Além de reduzir a dor em si, observa-se a diminuição de fadiga e rigidez, bem como ganhos ao bem-estar mental.
  • Dor pós-operatória: esse tipo de incômodo após uma cirurgia pode complicar a recuperação, prolongar a permanência no hospital e ainda interferir no retorno do paciente às atividades do cotidiano. Já temos bons indícios de que a massagem terapêutica diminui a intensidade e a frequência da dor nessas circunstâncias.
  • Dor de cabeça: a massagem se destina particularmente às dores do tipo tensional. Estudos revelam que essa abordagem minimiza a percepção, a frequência, a duração e a intensidade da dor.
  • Artrite e artrose: pesquisas apontam que sessões de uma hora de massagem sueca (uma das variações da massagem terapêutica) uma vez por semana trazem melhoras significativas a pessoas com o desgaste no joelho. A massagem melhora a mobilidade e a dor nos membros.
  • Dor no câncer: a massagem terapêutica é vista de forma promissora no controle da dor, da fadiga e da ansiedade em pessoas com câncer.

Dentro do conceito atual de tratar de forma cada vez mais integrada o paciente, devemos prestar atenção nas descobertas da ciência e pensar em alocar melhor recursos tendo em vista o bem-estar do indivíduo. Nesse sentido, a manipulação do corpo, em paralelo a um trabalho com as condições emocionais, soma pontos valiosos à recuperação e à manutenção da qualidade de vida.

Fonte: https://saude.abril.com.br/

Foto: info

  Tags: #Fisioterapia #Massagem #Dor  


Como treinar o cérebro para ser mais otimista (e saudável)

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: quarta-feira, 05 de fevereiro de 2020    

Pessoas pessimistas, ansiosas e neuróticas tendem a ter circuitos neurais repetitivos no cérebro. É como se a cabeça não conseguisse descartar informações desnecessárias e ficasse remoendo uma ou outra situação. Mas tenho uma boa notícia: dá para treinar o cérebro para nos tornarmos mais otimistas e calmos.

Antes de dar algumas dicas nesse sentido, é importante reforçar que buscar uma vida mais leve melhora o seu bem-estar e o de quem convive com você. Estudos científicos sugerem que os pessimistas vivem, em média, sete anos e meio a menos do que os otimistas. É um bom motivo para mudar de atitude, não?

O que acontece no cérebro influencia diretamente no corpo. Diante de um problema de saúde, por exemplo, cultivar as emoções positivas pode reforçar o sistema imunológico e combater a depressão.

Várias pesquisas mostraram uma ligação indiscutível entre uma visão de mundo otimista e benefícios para a saúde, como pressão sanguínea mais baixa, melhor controle do peso e níveis adequados de açúcar no sangue. Mesmo diante de uma doença fisicamente incurável, sentimentos e pensamentos positivos aprimoram a qualidade de vida.

Isso não significa que todo mundo precisa estar sempre otimista para ser saudável e feliz. Naturalmente, existem momentos e situações que desencadeiam sentimentos negativos mesmo na pessoa mais esperançosa do mundo. Medo, preocupação, tristeza e raiva fatalmente irão aparecer na vida de qualquer um. Quem rejeita completamente esses pensamentos também acaba fazendo um mal para si mesmo.

A questão, portanto, é não olhar só para o lado ruim das coisas. Embora algumas pessoas tenham uma tendência para o pessimismo, o cérebro consegue criar novas células e sinapses, trilhando novos caminhos. É possível treinar esses circuitos para ser mais otimista.

Ou seja, você pode aprender a ver as coisas de maneira mais positiva com algumas práticas que promovem o otimismo. Confira a lista de dicas que vão nesse sentido:

  • Coloque um sorriso no rosto e reconheça um lado ou um evento positivo na sua vida todos os dias;
  • Pense sobre o momento positivo desse dia e o registre na sua mente;
  • Agradeça sempre. Isso não tem a ver com religião, mas com a força de um bom pensamento;
  • Identifique uma qualidade pessoal sua e perceba como faz uso dela;
  • Estabeleça objetivos alcançáveis e avalie sempre o seu progresso;
  • Pratique atos de gentileza diariamente, por menores que sejam. O bem atrai o bem;
  • Preste atenção em você mesmo e se concentre no aqui e no agora, ao invés de se ligar ao passado ou ao futuro;
  • Medite. Ao se concentrar por 10 a 20 minutos, o corpo se acalma e nós prestamos mais atenção no que acontece conosco e com o nosso entorno. Deixe os pensamentos irem e virem na mente e sem ficar remoendo cada um.

Fonte: https://saude.abril.com.br/

Foto: info

 

  Tags: #psicologia #saudemental #otimismo #saudavel  


Camuflagem de estrias: dê adeus às marquinhas indesejadas

Autor: Francieli Nabhan,   Data Criação: sexta-feira, 31 de janeiro de 2020    

As estrias são um tipo de cicatriz, que ocorrem devido ao rompimento das fibras que sustentam a pele, e uma vez que essas fibras se rompem, não se regeneram mais. A causa pode se dar por vários fatores, como ganho de peso, gestação, genética e musculação. Elas são indolores e se concentram principalmente em regiões com maior concentração de gordura, como barriga, bumbum, seios, coxas e quadris.

Essas pequenas marquinhas podem muitas vezes ser motivo de incomodo para muitas pessoas, e se engana quem pensa que não existe solução para elas. Saiba que com o avanço da tecnologia estética, é possível ter uma pele do jeito que você sempre quis.

E como isso é possível? Uma das grandes soluções para isso são as inovadoras tatuagens estéticas, um processo de dermopigmentação, que funciona de forma semelhante à tatuagem convencional, porém, na camuflagem de estrias apenas uma camada superficial da pele é atingida, pintando as marcas o mais próximo possível da coloração da pele.

É um processo simples, rápido e que não causa grandes incômodos. O desconforto que há durante a aplicação pode ser amenizado com a aplicação de um anestésico e o resultado impressiona logo na primeira sessão. A camuflagem pode ser realizada em estrias, e também, outros tipos de manchas. E até mesmo quem não tem estrias ou não se importa com as marquinhas, fica impressionado com o resultado da técnica.

Por fim, assim como a tatuagem comum, o resultado duradouro é totalmente garantido, sem risco que a camuflagem mude de cor e sem problemas em se expor ao sol. Entretanto, é de extrema importância conferir a qualificação do profissional que irá realizar a técnica, para a segurança de um ótimo resultado.

Fonte: https://veja.abril.com.br | https://emais.estadao.com.br

Foto: info

  Tags: #Estrias #CamuflagemdeEstrias  


Pensando em realizar tratamento com implantes dentários?

Autor: Dr. Robson Michael Tecchio,   Data Criação: quinta-feira, 23 de janeiro de 2020    

O implante dentário é uma realidade da odontologia moderna e tem se tornado cada vez mais acessível à população. O tratamento pode ser realizado em qualquer pessoa, desde que tenha finalizado o período de crescimento ósseo, que acontece na maioria dos casos em mulheres entre 17 e 18 anos e homens entre 18 e 19 anos.

O implante dentário é o melhor procedimento para reestabelecer a função mastigatória e voltar a sorrir com tranquilidade. Confira cinco motivos para a realização deste tratamento:

  • Perda dos dentes: estima-se que 60% da população brasileira convive com a falta de um ou mais dentes. A faixa etária com maior incidência está entre 40 e 50 anos, entretanto, qualquer pessoa pode perder seus dentes antes desta idade, seja por problemas na estrutura dentária ou outras ocorrências;
  • Inexistência de dores: a região óssea possui pouca inervação para dor, que é facilmente controlada com anestesia local. Além disso, o tratamento com implantes dentários pode ser realizado através da sedação consciente, diminuindo o nível de consciência do paciente sem afetar a respiração, estímulos ou comandos verbais;
  • Eficiência do procedimento: não existe rejeição. As complicações causadas, que raras vezes acontecem, são apenas no ato cirúrgico ou no pós-operatório, devido a qualidade do osso ou problemas mecânicos relacionados à prótese;
  • Simplicidade e segurança: Com o desenvolvimento acelerado da tecnologia, já é possível reduzir o tempo de tratamento. O tempo de cicatrização óssea também é menor, com um índice de sucesso de 99% dos casos;
  • Satisfação: Pessoas com falta de dentes tem mais dificuldade para se relacionar, arrumar um emprego e outras eventualidades. O desconforto psicológico pela falta dos dentes é o maior impacto negativo na qualidade de vida das pessoas.

Além disso, o implante dentário pode trazer de volta a segurança para mastigar, a autoestima e a estética do sorriso, porque se assemelha aos dentes naturais, tanto em função como na forma e visual.

Fonte: www.g1.globo.com/ | www.rsaude.com.br

Foto: info

  Tags: #Odontologia #ImplantesDentarios  


Cuidados especiais com a saúde no verão

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: segunda-feira, 20 de janeiro de 2020    

O verão é uma das estações mais esperadas pelo brasileiro, afinal de contas, quem é que não gosta desse período de férias, viagem, litoral e outras atividades ao ar livre, não é mesmo? No entanto, o aumento das temperaturas em alguns lugares pode acarretar problemas de saúde típicos da estação, como conjuntivite, dengue, dermatoses diversas, insolação, desidratação e intoxicação alimentar. Além disso, o calor intenso também pode aumentar o risco de inchaço, queda de pressão arterial e infecções de pele como micoses.

Conheça algumas práticas e cuidados que são fundamentais para prevenir e curtir a estação da melhor forma:

  • Lave as mãos com frequência e faça uso do álcool em gel, sobretudo quando for lidar com crianças ou se alimentar;
  • Armazene os alimentos na geladeira, principalmente os que sejam à base de leite e derivados.;
  • Mantenha-se hidratado, ou seja, beba bastante água! Evite refrigerantes, sucos e outras bebidas que contém um alto grau de açúcar;
  • Lave-se bem após sair da piscina ou da praia e enxugue cada parte do corpo. Atenção especial deve ser dada às crianças;
  • Use protetor solar sempre, não somente quando for à praia ou piscina, pois é o produto deve ser usado em qualquer ocasião de exposição ao sol;
  • Evite exposição ao sol entre 10h e às 15h, pois a radiação solar é mais perigosa nesses horários;
  • Elimine qualquer recipiente que possa conter água parada, pois o mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, da Chikungunya e da Zika procura-os para colocar seus ovos.

Com esses cuidados, você e sua família diminuem os riscos de ter a saúde prejudicada e poderão aproveitar ao máximo tudo o que a estação mais alegre do ano tem para oferecer.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br | https://www.drogarialiviero.com.br

Foto: info

  Tags: #ClinicoGeral #Cuidados #Saude #Verao  


Insônia: como identificar e combater?

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: sexta-feira, 10 de janeiro de 2020    

A insônia pode ser caracterizada pela incapacidade de iniciar ou manter o sono, consequentemente, comprometendo a qualidade de vida de quem possui esse distúrbio. Ela pode estar relacionada a ansiedade, depressão ou fatores psicofisiológicos, como expectativas, preocupações e estresse.

O tempo necessário de sono varia de uma pessoa para outra. A maioria, precisa dormir de sete a oito horas para acordar disposta. Quando se tem o distúrbio, a pessoa geralmente já acorda com uma sensação de cansaço, humor comprometido e falta de energia, prejudicando os afazeres do dia-a-dia.

Estudos indicam que grande parte dos adultos irão apresentar o distúrbio em algum momento da vida, mas algumas pessoas o possuem de forma crônica, que pode perdurar por um longo período de tempo. Entre alguns sintomas estão:

  • Dificuldade para adormecer à noite;
  • Despertar durante o sono;
  • Após uma noite de sono, ainda sentir-se cansado;
  • Cansaço ou sonolência diurna;
  • Irritabilidade, depressão ou ansiedade.

Após o diagnóstico ser estabelecido, o tratamento pode dividir-se em várias opções, como medicamentos, terapias e adequações na rotina, tanto durante o dia, quanto a noite. Alguns hábitos saudáveis também podem ser adotados, como por exemplo:

  • Praticar exercícios físicos;
  • Moderar a ingestão de produtos que possuem cafeína;
  • Evitar cochilos durante o dia;
  • Evitar o consumo de álcool e nicotina;
  • Estabelecer um horário fixo para dormir e para acordar.

E lembre-se, as necessidades de quantidade de horas dormidas também variam de acordo com a idade. Portanto, é essencial ouvir os sinais do seu corpo e não tentar dormir mais ou menos daquilo que é necessário para você. Em todo caso, consulte um especialista para aprender lidar de forma eficaz com a manutenção do sono.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br | https://www.hospitalsiriolibanes.org.br

Foto: info

  Tags: #Psicologia #Insônia  


Bruxismo

Autor: Dr. Robson Michael Tecchio,   Data Criação: sexta-feira, 01 de novembro de 2019    

Bruxismo é uma desordem funcional que se caracteriza pelo ranger dos dentes quando se está dormindo. Não se sabe exatamente o porquê o bruxismo acontece, dentro as possíveis causas estão:

  • Situações de ansiedade, estresse, raiva ou tensão;
  • Má oclusão ou fechamento incorreto da boca;
  • Efeito colateral incomum de alguns remédios psiquiátricos;
  • Problemas relacionados ao sono, como a apneia do sono.

Consequentemente, o bruxismo pode provocar desgaste nos dentes, dor na musculatura ao abrir e fechar a boca, hipertrofia (aumento do músculo devido ao crescimento das células musculares), dores de cabeça e até mesmo doenças periodontais (afetam desde a gengiva até o osso que envolve e suporta o seu dente).

Entre alguns sintomas do bruxismo estão:

  • Ranger ou apertar os dentes;
  • Dentes achatados, fraturados, lascados ou soltos;
  • Esmalte dental desgastado, expondo camadas mais profundas do dente;
  • Aumento da sensibilidade dentária;
  • Dor na face;
  • Dor na mandíbula;
  • Dor que se sente como se fosse uma dor de ouvido (mas que na verdade é resultado de bruxismo);
  • Dor de cabeça;
  • Recuos de língua.

O tratamento do bruxismo tem como objetivo reduzir o ranger dos dentes, diminuindo a dor e evitando danos permanentes aos dentes. A placa para bruxismo pode ajudar no tratamento, pois sua função é reduzir o travamento, podendo ser projetadas para manter sua mandíbula em uma posição mais relaxada ou proporcionar alguma outra função. E para aliviar a dor do bruxismo, existem alguns cuidados que podem ser realizados em casa. Por exemplo:

  • Aplicar gelo ou calor nos músculos da mandíbula;
  • Evitar comer alimentos mais duros, como nozes, balas e carne;
  • Beber muita água todos os dias;
  • Realizar exercícios de alongamento físico para ajudar a restabelecer um equilíbrio normal da ação dos músculos e articulações de cada lado da cabeça;
  • Tentar reduzir o nível de estresse diário.

O bruxismo pode causar danos permanentes aos dentes e dores na mandíbula, na cabeça e no ouvido. Por essa razão, é importante procurar um dentista e buscar, em conjunto a ele, a melhor forma de tratamento.

Fonte: https://www.minhavida.com.br | https://drauziovarella.uol.com.br

Foto: info

  Tags: #Robson #Dentista #Bruxismo  


Vícios de postura: como corrigir?

Autor: Dra. Maiara S. Pimentel,   Data Criação: segunda-feira, 23 de setembro de 2019    

Você já parou para pensar na sua postura ao sentar-se e ao andar?

Os atos comuns de não se sentar em uma posição correta, seja em casa, na escola, faculdade ou no trabalho em frente ao computador, caminhar olhando para baixo e carregar bolsas e/ou pesos em apenas um dos braços pode desenvolver os chamados vícios posturais. Tais vícios prejudicam não somente a questão estética, mas também trazem transtornos físicos como dores, encurtamentos musculares além de cansaço, problemas na circulação e tendinites, que podem afetar a qualidade de vida.

Mas por que isso ocorre?

O que acontece é que para mantermos nossa postura retificada é necessário que nosso organismo execute um gasto energético, por isso não conseguimos permanecer na mesma posição por um longo período de tempo.

Alguns sintomas podem ser um sinal de alerta:

  • Ombros curvados;
  • Barriga saliente;
  • Joelhos flexionados quando se está de pé ou andando;
  • Cabeça que pende para frente dos ombros;
  • Dores no corpo (principalmente nas costas);
  • Fadiga muscular;
  • Dores de cabeça;

Todavia, existem algumas dicas que poderão auxiliar na prevenção desse problema:

  • Evite debruçar-se sobre a sua mesa de trabalho;
  • Tente manter uma rotina de exercícios físicos (eles fortalecerão seus músculos);
  • Evite cadeiras muito macias;
  • O travesseiro deve manter sua cabeça alinhada ao pescoço e à coluna;
  • Faça alongamentos;
  • Não dirija com o braço esticado;
  • Não leia deitado na cama;
  • Não use calçados com salto alto frequentemente.

Logo, com apenas alguns cuidados diários, você irá melhorar sua qualidade de vida, evitando dores e possíveis patologias decorrentes dos vícios posturais.

Fonte: https://www.bensaude.com.br | https://www.centraldafisioterapia.com.br

  Tags: #Fisioterapeuta #VíciosPosturais  


Colesterol alto: causas e tratamento

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: quinta-feira, 12 de setembro de 2019    

O colesterol é um tipo de lipídio (gordura) que é essencial para o nosso organismo, pois possui o papel vital de manter a células funcionando, de produzir hormônios e vitamina D. Entretanto seu excesso, o chamado “colesterol alto”, pode acarretar diversos problemas de saúde.

Em nosso organismo existem dois tipos de colesterol, eles são iguais em sua forma molecular, porém se diferem quanto às proteínas sanguíneas que realizam seu transporte. Quando associados às proteínas, o colesterol pode formar o LDL (Low Density Lipoprotein – Lipoproteína de baixa densidade), também conhecido como “colesterol ruim”, pois carrega o colesterol do fígado para os tecidos e podem se acumular nas artérias, e o HDL (High Density Lipoprotein – Lipoproteína de alta densidade), conhecido como “colesterol bom”, pois carrega o colesterol das artérias para o fígado.

A formação do colesterol dependerá da genética, do estilo de vida, prática de atividade física e dieta. Conheça algumas de suas causas e fatores de risco:

  • Sexo e idade;
  • Histórico familiar;
  • Obesidade;
  • Inatividade física;
  • Fumar;
  • Diabetes;
  • Má alimentação.

Por incrível que pareça, o colesterol alto não apresenta sintomas, pois é uma doença silenciosa. Os “sintomas” que muitas vezes são observados, como dor no peito, falta de ar e palpitação podem estar associados a uma doença causada devido ao aumento dos níveis de colesterol, como a angina pectoris ou até mesmo o infarto agudo do miocárdio. Portanto, única maneira de saber os níveis de colesterol é através do exame de sangue. Vale ressaltar que é indicado que o paciente procure ajuda médica, caso exista um histórico de colesterol alto na família ou doenças relacionadas ao excesso de peso.

O tratamento e prevenção do colesterol alto deve conter mudanças no estilo de vida, como exercícios físicos acompanhados de uma dieta saudável. Lembre-se de que todos os alimentos de origem animal possuem colesterol. Portanto é recomendável comer alimentos de origem vegetal: frutas, verduras, legumes e grãos.

Sugestão de hábitos:

  • Escolha comidas saudáveis;
  • Evite gorduras trans;
  • Coma mais frutas e legumes;
  • Beba álcool com moderação;
  • Exercite-se regularmente;
  • Não fume.

Fonte: https://controlaradiabetes.pt | https://saude.abril.com.br

  Tags: #ClinicoGeral #Colesterol #Saude  


Quebrando o tabu: terapia funciona!

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: quarta-feira, 14 de agosto de 2019    

Infelizmente, ainda há uma visão estereotipada e preconceituosa sobre a terapia, algumas pessoas pensam que apenas “loucos” precisam dessa forma de tratamento ou que procurar ajuda é uma fraqueza.

Mas isso não é verdade, a terapia pode aumentar substancialmente a qualidade de vida de um indivíduo e das pessoas que convivem com o mesmo. Os problemas emocionais e as doenças mentais trazem muito sofrimento e limitações para quem sente, porém não deixam sinais físicos, assim se tornam imperceptíveis e fazem com que as pessoas ao seu redor não a compreendam ou até julguem por suas ações.

A terapia é uma importante ferramenta para que possamos entender nosso dia a dia da melhor forma, e assim, tentar vencer aquela fase em que os problemas parecem não terem mais solução. Afinal todos nós, em algum momento, passaremos por crises, pois fazem parte da vida e do processo de crescimento pessoal.

É importante ter consciência de que a assistência médica é imprescindível em diversos casos e de grande ajuda em outros. Assim que a pessoa tiver consciência que possui um conflito psicológico ou um problema emocional que não consegue resolver sozinho, e também percebe que este sofrimento está afetando seus relacionamentos, sua profissão, sua rotina em geral, é necessário buscar ajuda de um profissional qualificado.

A partir do momento em que alguém está disposto a fazer terapia, deve-se considerar que os motivos são pessoais, e não apenas por influência de outras pessoas, pois a vontade e a disposição são elementos essenciais que precisam partir do próprio indivíduo para que procedimento seja eficiente.

Fonte: https://www.propsicologia.com.br

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Escoliose

Autor: Dra. Maiara S. Pimentel,   Data Criação: quarta-feira, 14 de agosto de 2019    

Diferentemente da cifose e da lordose que são consideradas desvios normais/fisiológicos da coluna vertebral, a escoliose é uma curvatura anormal da coluna para um dos lados do tronco, determinado pela rotação das vértebras, a deformidade pode ser vista olhando a pessoa de costas.

Existem muitas causas de escoliose, incluindo deformidades congênitas da coluna (aqueles presentes no nascimento, herdadas ou causadas pelo ambiente), problemas genéticos, problemas neuromusculares e desigualdade de comprimento dos membros, e algumas causas incluem paralisia cerebral, espinha bífida, distrofia muscular, atrofia muscular espinhal e tumores, ou então má postura.

Alguns dos sintomas podem ser caracterizados por:

  • Ombros em alturas diferentes;
  • Cabeça não centrada diretamente acima da pélvis;
  • Aparência de um quadril proeminente levantado;
  • Costelas com alturas diferentes;
  • Cintura irregular;
  • Mudanças na aparência ou textura da pele sobre a coluna;
  • Inclinação do corpo inteiro para um lado;
  • Proeminência da costela quando dobrada.

O tratamento é conservador e leva em consideração as peculiaridades de cada caso no que se refere a idade do paciente, ao grau e padrão da curvatura, às características da deformidade instalada e a intensidade da dor. Em geral, o tratamento conservador inclui técnicas de fisioterapia, o tratamento conservador não exclui o uso de medicamentos e a cirurgia para estabilização da coluna vertebral só é recomendada para pacientes adultos em situações especiais.

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, maiores serão as possibilidades de evitar as complicações da doença.

Fonte:  https://drauziovarella.uol.com.br

  Tags: #Fisioterapia #Escoliose #Cuidados  


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