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Da fisioterapia ao mundo fitness, bola de pilates é símbolo de bem-estar!

Autor: Dra. Maiara S. Pimentel,   Data Criação: segunda-feira, 21 de janeiro de 2019    

Ela vem em diversos tamanhos e cores. É macia e pode ser muito divertida de usar. E é versátil: melhora a flexibilidade e o tônus muscular, ajuda no desenvolvimento motor, é auxiliar no tratamento de sequelas de lesões neurológicas e tira o estresse do dia a dia. É a bola de pilates, que das clínicas de fisioterapia ganhou lugar cativo em academias e hoje é um dos símbolos da saúde e do bem-estar.

Como funciona?
Quando está apoiado sobre a bola de pilates, o corpo "recruta" muito mais músculos do que se estivesse sobre uma superfície dura e plana, como o chão. E isso acontece porque a bola é uma superfície instável, exigindo que façamos mais força para manter o equilíbrio. Essa instabilidade, é crucial para que seja exercitado o "core", o conjunto de músculos responsáveis pelo equilíbrio e postura. As atividades com a bola de pilates promovem o fortalecimento de músculos. Além dessas regiões, são mobilizados músculos como o assoalho pélvico, o diafragma, os laterais oblíquos (externos e internos) e os paravertebrais.

Entre os benefícios dessa mobilização muscular estão:

•    Melhora de postura
•    Diminuição de dores nas costas
•    Melhora da coordenação motora
•    Melhora da respiração
•    Estimulação do sistema circulatório
•    Melhor oxigenação do sangue
•    Fortalecimento dos órgãos internos
•    Aumento da concentração e etc.

Escolhendo a bola de pilates
A bola de pilates, capaz de suportar cerca de 300 kg de peso, é encontrada em tamanhos que variam de 45 a 85 cm de diâmetro. A escolha das dimensões da bola para a prática de exercício/terapia vai depender da altura, peso e condições posturais do aluno/paciente, bem como do objetivo do exercício. Dependendo de quem vai usá-la, a bola pode ser mais ou menos inflada: bolas mais rígidas são mais instáveis, porque há uma menor superfície de contato com o solo e, portanto, o objeto se movimenta com maior velocidade; as menos infladas, por sua vez, se movimentam mais lentamente por apresentarem maior contato com o solo, e são recomendadas para o começo de treinamento ou tratamento com alunos ou pacientes.

Fonte: https://g1.globo.com
 

  Tags: #fisioterapia #fisio #pilates #fitness #bemestar  


Nutrientes que melhoram a sua saúde bucal

  Data Criação: terça-feira, 15 de janeiro de 2019    

Sem dúvidas alguma que a saúde do organismo inicia-se pela boca, isso pode ser facilmente entendido de uma maneira bastante simples, que vai desde o que bebemos e nos alimentamos até da maneira que fazemos a higienização da gengiva, dos dentes e toda região bucal no transcorrer do dia. Quando o assunto é a alimentação, existem alguns nutrientes que fazem parte de uma dieta equilibrada, que consequentemente mantém os dentes e as gengivas cada vez mais resistentes. Dessa forma esses nutrientes contribuem para a saúde bucal em geral.


Quais são os nutrientes que favorecem a saúde bucal?
Esses nutrientes são bastante fáceis de encontrar em nossas refeições, desde que seja uma alimentação saudável, citaremos um pouco de cada nutriente separadamente, entre eles estão:


Vitamina D: Além de ser muito importante para nosso organismo, essa vitamina é essencial para absorver cálcio pelo corpo, favorecendo a saúde dos dentes.Essa vitamina encontra-se em: cogumelos, peixes, óleo de fígado de peixe, gemas de ovos, e derivados.


Cálcio: Esse nutriente além de melhorar o esmalte dentário, fortalece a raiz óssea que sustenta a arcada dos dentes. Além disso é essencial para elevar o pH bucal, diminuindo a sensibilidade e fragilidade dental pelos ácidos. O cálcio pode ser facilmente encontrado em iogurtes, queijos, sardinhas, gema de ovo, brócolis, espinafre, couve e entre outros.


Vitamina A: Esse nutriente é responsável pela manutenção dos tecidos gengivais e para a fabricação da camada, onde age protegendo o esmalte da arca dentária. A vitamina A pode ser facilmente encontrada em cenouras, óleo de peixe, espinafres, fígado, mamão, mangas e entre outros.


Você sabia que a água faz parte na contribuição para a melhora dos dentes?
Obviamente que todos conhecemos o poder que a água mantém sobre nosso organismo, porém esse nutriente não poderia ficar de fora dos melhores nutrientes para a nossa saúde bucal, não é mesmo? A água além de estimular a fabricação da saliva, auxilia no equilíbrio do pH da cavidade bucal, e protege a gengiva e os dentes. O ideal é consumir de 2 litros de água ao longo do dia. Evite açúcar refinado, doces, refrigerantes e adquira um sorriso saudável Para melhorar a saúde bucal, certamente devemos deixar alguns alimentos para trás. Pois quando ingerimos açúcar refinado, seu contato com as bactérias na região bucal, acontece uma fabricação de um ácido que facilita a diminuição do pH, que certamente irá causar a desmineralização da raiz dentária, ocorrendo a fabricação de cáries e lesões. O refrigerante, é causador de vários problemas, relacionados ao açúcar, pois além disso, em suas substancias, também possuem ácidos que prejudicam o esmalte bucal levando assim, a corrosão dentária. Sempre que possível evite-os.


Fonte: www.afolhahoje.com
 

  Tags: #odontologia #odonto #saudebucal #nutrientes #cuidadobucal  


Redes sociais X Depressão e solidão

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: segunda-feira, 07 de janeiro de 2019    

Diminuição do uso de redes sociais reduz depressão e solidão:

No primeiro estudo experimental sobre Facebook, Snapchat e Instagram, pesquisadora americana mostrou um nexo causal entre o tempo gasto nas plataformas e a diminuição do bem-estar. A ligação entre o uso de redes sociais e depressão tem sido discutida há anos, mas uma conexão causal nunca foi provada. Pela primeira vez, uma pesquisa da Universidade da Pensilvânia, baseada em dados experimentais, conecta o Facebook, Snapchat e o uso do Instagram à diminuição do bem-estar. A psicóloga Melissa G. Hunt publicou suas descobertas no "Journal of Social and Clinical Psychology".

Poucos estudos anteriores tentaram mostrar que o uso das redes sociais prejudica o bem-estar dos usuários, e aqueles que tentaram colocaram os participantes em situações irreais ou tinham escopo limitado, pedindo que os participantes abandonassem completamente o Facebook ou confiando em dados de autorrelato, por exemplo."Nós nos propusemos a fazer um estudo muito mais abrangente e rigoroso, que fosse também mais ecologicamente válido", diz Hunt, diretora de treinamento clínico do Departamento de Psicologia da Universidade da Pensilvânia. Para esse fim, a equipe de pesquisa projetou sua experiência para incluir as três plataformas mais populares entre alunos de graduação e coletou dados de uso automaticamente rastreados pelos iPhones através aplicativos ativos, não aqueles que trabalham plano de fundo.

O estudo
Cada um dos 143 participantes completou uma pesquisa para determinar o humor e o bem-estar no início do estudo, além de fotos compartilhadas de suas telas de bateria do iPhone para oferecer uma semana de dados de redes sociais básicos. Os participantes foram então aleatoriamente designados para um grupo de controle, no qual os usuários mantiveram seu comportamento típico de uso de redes sociais, ou um grupo experimental que limitou o tempo no Facebook, Snapchat e Instagram para 10 minutos por plataforma por dia. Durante as três semanas seguintes, os participantes compartilharam capturas de tela da bateria do iPhone para dar aos pesquisadores as estatísticas semanais de cada indivíduo. Com esses dados em mãos, Hunt analisou sete medidas de desfecho, incluindo medo de estar perdendo algo, ansiedade, depressão e solidão.

Usar menos redes sociais do que você normalmente usa levaria a reduções significativas tanto na depressão quanto na solidão. Esses efeitos são particularmente pronunciados para as pessoas que estavam mais deprimidas quando entraram no estudo
— Melissa G. Hunt, autora do estudo

Hunt salienta que as descobertas não sugerem que os jovens de 18 a 22 anos parem completamente de usar as redes sociais. Na verdade, ela construiu o estudo justamente para evitar o que considera uma meta irrealista. O trabalho, no entanto, fala com a ideia de que limitar o tempo de tela nesses aplicativos não prejudica. "É um pouco irônico que reduzir seu uso de redes sociais na verdade faça você se sentir menos solitário", diz ela. Mas quando ela se aprofundou um pouco mais, percebeu que as descobertas fazem sentido.

Algumas das publicações existentes sobre redes sociais sugerem que há uma enorme quantidade de comparação social que acontece. Quando você olha para a vida de outras pessoas, particularmente no Instagram, é fácil concluir que a vida de todos é mais legal ou melhor que a sua.
— Melissa G. Hunt, autora do estudo

Como esse trabalho em particular apenas analisou o Facebook, o Instagram e o Snapchat, não está claro se ele se aplica amplamente a outras plataformas de rede social. Hunt também hesita em dizer que essas descobertas se repetem para outros grupos etários ou em contextos diferentes. Essas são perguntas que ela ainda espera responder, incluindo um estudo sobre o uso de aplicativos de namoro por estudantes universitários. Apesar dessas ressalvas, e embora o estudo não tenha determinado o tempo ideal que os usuários devem gastar nessas plataformas ou a melhor maneira de usá-los, Hunt diz que as conclusões oferecem duas conclusões relacionadas que não poderiam prejudicar nenhum usuário de rede social.

Por um lado, reduzir as oportunidades de comparação social, diz ela. "Quando você não está ocupado sendo sugado pelas redes sociais do clickbait, você está gastando mais tempo em coisas que são mais propensas a fazer com que você se sinta melhor sobre sua vida." Em segundo lugar, acrescenta, porque essas ferramentas vieram para ficar, cabe à sociedade descobrir como usá-las de maneira a limitar os efeitos prejudiciais. "Em geral, eu diria, desligue o celular e fique com as pessoas da sua vida."

Fonte: https://g1.globo.com/

  Tags: #psicologia #psico #pesquisa #estudo #depressao #solidao #redessociais  


Doenças respiratórias comuns durante o verão

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: quinta-feira, 03 de janeiro de 2019    

Sol, calor, praia, piscina e bebida gelada. Esses fatores representam a chegada da estação mais quente do ano, o verão. Portanto, para algumas pessoas, o que vem junto às altas temperaturas são, na verdade, rinite e crises de asma. Para evitar o desconforto e aproveitar os dias de sol da melhor maneira é importante seguir algumas dicas essenciais.


Rinite
Nessa época do ano, são comuns viagens para casas de veraneio que estão há muito tempo fechadas e acumulam, principalmente em lençóis, cobertas e estofados, uma camada de poeira e ácaros. Por essa razão, é muito importante que ao chegar nestes locais, seja feita uma limpeza com o objetivo de eliminar esses agentes causadores. Para isso, é aconselhado usar aspirador de pó e panos úmidos, que evitam suspender as partículas de poeira no ar.


Asma
O uso de ar condicionado, intensificado nessa época do ano, pode provocar um aumento no número de crises, já que torna as variações de temperatura mais frequentes e bruscas, aumentando as chances de inflamação dos brônquios. “O ideal é que o uso do ar condicionado seja controlado evitando temperaturas abaixo de 22 graus. Os equipamentos de ar condicionado devem ser higienizados no mínimo uma vez por ano para prevenir contaminação com microorganismos e acumulo de mofo e poeira”, explica o pneumologista, doutor Frederico Fernandes.
Além do ar condicionado, os pacientes com asma também podem apresentar mais crises em por conta do aumento da atividade física, principalmente aqueles que estão descondicionados. “Isso acontece porque com o exercício, há o aumento da frequência respiratória, o que pode causar broncoespasmos esforço-induzido", explica o pneumologista. Atividade física é muito importante e fundamental no controle da asma, mas devem ser respeitados os limites individuais e um médico deve ser consultado para evitar e tratar essas crises. 


Vale lembrar que um bom controle dessas doenças vai além da erradicação de agentes causadores de crises. É preciso se alimentar bem, praticar atividades físicas respeitando suas limitações, se consultar regularmente com o especialista e, principalmente no verão, controlar a exposição ao sol e calor. “O tratamento contínuo voltado para o controle da doença também é muito importante. Não bastar usar a medicação apenas quando se tem a crise”, reforça o especialista.


Fonte: https://www.folhavitoria.com.br
 

  Tags: #saude #verao #calor #doençasrespiratorias #rinite #asma  


Saúde bucal das crianças

  Data Criação: sexta-feira, 30 de novembro de 2018    

Cuide bem dos dentes de leite de seu filho. Apesar de caírem logo, eles desempenham um papel importante, ajudando seu filho a morder e mastigar alimentos e a desenvolver a fala corretamente. Dentes de leite também guardam o espaço para dentes permanentes e auxiliam a guiá-los ao lugar correto. Mesmo antes de seu filho ter seu primeiro dente, você deve limpar a gengiva dele com um massageador de gengiva, com uma gaze limpa umedecida ou com um pano úmido. Assim que os dentes de seu filho nascerem, escove-os três vezes ao dia, utilizando uma escova de dente com cerdas macias e água. Abaixo dos dentes de leite de seu filho, as raízes e a posições dos dentes definitivos estão sendo fixadas.

Pesquisas mostram que crianças que desenvolvem cárie em seus dentes de leite são mais propensas a desenvolver cárie quando adultas. Portanto, certifique-se de levar seu filho a um dentista para uma consulta. É importante manter os dentes de leite de seu filho limpos, mas assim que os dentes permanentes começam a nascer, a escovação deles deverá ser prioridade, afinal, esses dentes durarão o resto da vida. É claro que os dentes de leite são suscetíveis às mesmas condições e danos que os dentes definitivos sofrem. Se seu filho possui um risco elevado de ter cárie, é hora de diminuir lanches que são ricos em carboidrato, como biscoitos e batatas fritas, e bebidas açucaradas. Lembre-se de que oferecer a seu filho uma mamadeira com bebidas doces muitas vezes ao dia, ou permitir que seu filho vá dormir com uma mamadeira durante a noite pode trazer danos aos seus dentes de leite.

Muitas das mesmas opções de tratamento e avaliação que os adultos possuem ao seu alcance também estão disponíveis para crianças. Elas incluem radiografias, selantes dentários, tratamentos ortodônticos e muito mais.


Escovando e passando o fio dental 
Utilize uma pequena quantidade de creme dental fluoretado (próximo do tamanho de um grão de arroz). Assim que houver dois dentes um ao lado do outro, passe fio dental entre eles uma vez ao dia. Você pode utilizar fios dentais comuns ou suportes plásticos especiais para fio dental. Em algum momento, seu filho desejará escovar seus dentes por conta própria. Deixe-o tentar. Mas, depois, você deve escovar os dentes de seu filho uma segunda vez. A maioria das crianças não consegue escovar bem seus próprios dentes antes de completar oito anos de idade.


Nutrição
Aquilo que seu filho come é tão importante para dentes saudáveis quanto a frequência com que seu filho se alimenta. Lanches muito frequentes podem aumentar o risco de cárie. A cárie pode se desenvolver quando alimentos contendo açúcar são mantidos na boca por muito tempo. As bactérias que vivem nos dentes se alimentam desses resíduos de comida, produzindo um ácido que desmineraliza o esmalte do dente. Entre refeições ou lanches, a saliva lava o ácido. Se seu filho está sempre comendo, não haverá tempo para que o ácido seja lavado. Quando as pessoas pensam em açúcar, lembram-se do açúcar branco encontrado em balas e confeitarias, mas todos os alimentos que contêm carboidratos irão, no final das contas, serem quebrados até a forma de açúcares.


Consultas odontológicas
Pais de primeira viagem normalmente se perguntam: "quando meu filho deve ir pela primeira vez ao dentista?” Seu filho deve ir a um dentista em uma época próxima a seu primeiro aniversário. A ideia de visitas precoces ao dentista ainda é surpreendente para muitos pais de primeira viagem. No entanto, estudos mostraram que crianças em idade pré-escolar estão apresentando mais cárie.


Perdendo os dentes de leite: 
Em média, as crianças começam a perder seus dentes de leite quando têm cerca de seis ou sete anos de idade. Caso seu filho perca seus dentes antes ou após este momento, fique tranquilo, isso não significa que há algo de errado com ele. A maioria das crianças perde seus dentes na mesma ordem em que vieram. Por exemplo, eles perdem o dente central inferior primeiro.


Ortodontia desde cedo
As crianças de hoje tendem a colocar aparelhos ortodônticos bem mais cedo que no passado. Alguns pacientes começam o tratamento ortodôntico assim que atingem os seis anos de idade, pois é mais ou menos quando os dentes permanentes começam a nascer e os problemas ortodônticos se tornam aparentes. Já que a mandíbula da criança ainda está crescendo, esse é o momento ideal para corrigir um problema. Dentes permanentes necessitam de limpeza e de uso de fio dental regulares, e os dentistas recomendam seguir essa rotina após cada refeição. Quando você começa a cuidar dos dentes permanentes de seu filho, você precisará escovar e passar o fio dental em seus dentes até que ele fique um pouco mais velho. Use creme dental e uma escova de dentes projetada para crianças, que possui cerdas mais macias para não machucar os dentes e gengiva de seu filho. Quando uma criança atinge cerca de seis anos de idade, seus dentes começarão a amolecer. Também é necessário tomar cuidado com a cárie. Aquilo que seus filhos comem, bem como a frequência com que o fazem, pode ter um impacto enorme em sua saúde bucal. Aqui vão algumas dicas de lanches e refeições: Dê aos seus filhos lanches saudáveis, como frutas frescas, vegetais e queijos. Compre alimentos sem açúcar ou não adoçados. Ofereça alimentos com açúcar e amido como parte de uma refeição, e não em um lanche. A maior parte das crianças bebe líquidos durante a refeição. Isso limpa os dentes, tirando os resíduos de alimento. Estimule crianças a beber água durante e após suas refeições. Ofereça menos lanches durante o dia. Após o lanche de seu filho, seus dentes devem ser escovados. Se isso não for possível, faça seu filho enxaguar a boca com água várias vezes. Ao mascar um chiclete, escolha uma goma adocicada com xilitol ou sem açúcar.


Fonte: www.colgate.com.br
 

  Tags: #odontologia #odonto #saudebucal #criancas #dentedeleite  


Obesidade

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: quinta-feira, 29 de novembro de 2018    

A obesidade é uma doença caracterizada pelo excessivo acúmulo de gordura corporal e normalmente está associada a problemas de saúde, comprometendo ainda mais o estado do indivíduo. A obesidade é um fator de risco para várias doenças dentre as quais podemos citar: câncer, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, doenças cerebrovasculares, apneia do sono, osteoartrite e diabete Melittus tipo dois.
O aumento do peso corporal é uma tendência mundial. Nos Estados Unidos, por exemplo, 35% da população (algo feito 97 milhões de pessoas!) estão acima do peso. O Brasil, apesar de ser um país muito mais pobre, segue a mesma tendência, aqui já há 40% de pessoas com peso acima do normal. É na faixa mais pobre da população que este número mais cresce.
O diagnóstico é feito através do cálculo de índice de massa corporal (IMC), método mundialmente difundido e criado por Adolphe Quételet, que consiste em dividir o peso do indivíduo (em quilogramas) pelo quadrado de sua altura (em metros). IMC menor a 18,5 corresponde a pessoas com peso abaixo do normal, entre 18,5 e 24,9 é tido como peso normal, entre 25 e 29,9 representa pessoas com peso acima do normal, entre 30 e 30,9 a pessoa está obesa e quando o IMC é maior do que 40 considera-se a pessoa portadora de obesidade mórbida.
Há várias causas para o surgimento da obesidade dentre as quais podemos citar: predisposição genética, dietas ricas em gordura, falta de exercícios físicos e alterações endócrinas (hipotireoidismo, por exemplo).
O tratamento inclui a reeducação alimentar, que consiste em consumir alimentos menos calóricos, maior ingestão de alimentos ricos em fibras e respeito aos horários das refeições. Este procedimento pode requerer suporte psicológico e auxílio por parte da família. Outra medida adotada é o início de atividades físicas visando gastar a energia acumulada do organismo na forma de gordura. A atividade física diminui o apetite e melhora a autoestima. Depois de verificar se a pessoa está em condições adequadas de saúde para a prática de exercícios, o ideal é que ela caminhe 50 minutos quatro vezes por semana.


Tratamento de Obesidade
Como a obesidade é provocada por uma ingestão de energia que supera o gasto do organismo, a forma mais simples de tratamento é a adoção de um estilo de vida mais saudável, com menor ingestão de calorias e aumento das atividades físicas. Essa mudança não só provoca redução de peso e reversão da obesidade, como facilita a manutenção do quadro saudável.


Medicamentos
A utilização de medicamentos contribui de forma modesta e temporária no caso da obesidade, e nunca devem ser usados como única forma de tratamento. Boa parte das substâncias usadas atuam no cérebro e podem provocar reações adversas graves, como: nervosismo, insônia, aumento da pressão sanguínea, batimentos cardíacos acelerados, boca seca e intestino preso. Um dos riscos mais preocupantes dos remédios para obesidade é o de se tornar dependente. Por isso, o tratamento medicamentoso da obesidade deve ser acompanhado com rigor e restrito a alguns tipos de pacientes.


Complicações possíveis
Pessoas com obesidade têm maior probabilidade de desenvolver doenças como pressão alta, diabetes, problemas nas articulações, dificuldades respiratórias, gota, pedras na vesícula e até algumas formas de câncer.


Convivendo/ Prognóstico
Cuidados
Não deposite as esperanças do tratamento da obesidade apenas no medicamento ou cirurgia, pois o resultado depende principalmente das mudanças nos hábitos de vida (dieta e atividade física)
•    Com o tempo o medicamento para obesidade pode passar a perder o efeito. Se isso ocorrer, consulte seu médico e nunca aumente a dose por conta própria
•    Existem muitas propagandas irregulares de medicamentos para emagrecer nos meios de comunicação, por isso não acredite em promessas de emagrecimento rápido e fácil
•    Não compre medicamentos para obesidade pela internet ou em academias de ginástica, pois muitos não são autorizados pelo Ministério da Saúde e podem fazer mal a quem utiliza
•    Clínicas e consultórios não podem vender medicamentos para obesidade. O paciente tem a liberdade de escolher a farmácia de sua confiança para comprar ou manipular o medicamento prescrito
•    Fórmulas de emagrecimento com várias substâncias misturadas são proibidas pelo Ministério da Saúde e já provocaram mortes.


A prevenção se dá através do estímulo, desde cedo, para que a criança aprenda a ter uma dieta balanceada e sem excessos. A prática de exercícios também deve ser incentivada.


Fonte: saude.to.gov.br
 

  Tags: #obesidade #pesocorporal #cuidados #tratamento  


Ansiedade e estilo de vida: quais hábitos podem melhorar nossa saúde mental?

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: quarta-feira, 14 de novembro de 2018    

"Mude alguns hábitos e fique livre da ansiedade". É provável que você já tenha visto essa promessa em algum artigo compartilhado nas redes sociais ou em revistas. Deixar o celular um pouco de lado, fazer exercício físico e parar de procrastinar são algumas delas, mas quais hábitos funcionam, na visão de psicólogos e psiquiatras?


O que é ansiedade?
O Brasil é o país com maior taxa da população com transtorno de ansiedade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS): 9,3% dos brasileiros passam por esse problema.  Biologicamente, a ansiedade é importante porque nos mantêm alertas. Ela é uma reação do corpo ao medo. Já o transtorno surge quando esse medo é irreal, ocupa grande parte dos pensamentos da pessoa e atrapalha o dia a dia. A psicóloga Eliana Melscher define o estado de ansiedade como um "modo de ativação à ameaça", que leva as pessoas a focarem nesses estímulos que podem ser ameaçadores. Isso, então, gera respostas fisiológicas.
Na explicação do psiquiatra Rodrigo de Almeida, mestre em Medicina pela Santa Casa de São Paulo e diretor do núcleo paulista de especialidades médicas, a ansiedade "normal" é uma "sensação desagradável relacionada a pensamentos orientados para o futuro". Ela torna-se patológica quando foge do controle.
Já Marcos Alexandre de Medeiros, psicólogo e professor na Pontifícia Universidade Católica PUC-SP, ressalta o aspecto de punição do pensamento ansioso. "A base da ansiedade é uma punição inevitável e algo que sinalize ela. Por exemplo: uma aula de matemática que tem um professor bravo, agressivo. O aluno pode ter ansiedade antes da aula porque pode acontecer algo ruim".
Para lidar com a ansiedade, o caminho, de acordo com o psicólogo, é transformar esses sentimentos punitivos. Enquanto isso, as mudanças de hábito podem ajudar nesse enfrentamento, mas não são suficiente sozinhas.


Procrastinar cria ansiedade?
Evitar os afazeres pode realmente causar mais ansiedade. De acordo com o professor do curso de Psicologia da PUC-SP Marcos Alexandre de Medeiros, isso acontece porque o acúmulo de coisas pendentes pode estimular o medo da punição. Para o psicólogo especializado em Terapia Cognitivo Comportamental Luiz Ricardo Gonzaga, a dica para escapar disso é focar na motivação. "Às vezes a procrastinação vem de uma crença de que tudo deve ser feito com um padrão. Aí, ela evita. E a evitação gera acumulação. Checar o quanto é importante fazer aquilo e fragmentar a tarefa em partes pequenas é o ideal. Essa estratégia é benéfica porque pequenas conquistas geram motivação para a pessoa." O psiquiatra Almeida destaca que esse hábito faz com que a pessoa tenha menos tempo para resolver uma questão e isso gera mais ansiedade. "Se eu preciso entregar um trabalho e procrastino, vai vir a sensação de ansiedade para eu fazer aquele trabalho. Quanto menos eu me dedicar a isso, menos tempo eu vou ter para concluí-lo. De antes desse tempo menor, vai aumentando a ansiedade. Quanto menos procrastinar, menos ansiedade vai ter".


Exercícios de respiração funcionam?
Essa dica tem ganhado cada vez mais espaço no aconselhamento médico e psicológico. Para Rodrigo de Almeida, exercícios de respiração, meditação e ioga são métodos altamente competentes para alcançar um efeito ansiolítico. "Estudos mostram que há mudanças no funcionamento dos neurônios e aumento de melatonina, substância que ajuda no sono. Eles também têm efeitos antidepressivos, aumentando os níveis de ocitocina e reduzindo o cortisol, que é o hormônio do estresse."


Evitar o estresse com coisas pequenas é bom?
Aceitar tudo aquilo que não é controlável é uma das orientações que o psicólogo Gonzaga dá. Para ele, na medida em que a pessoa se preocupa com coisas pequenas, acontece um acúmulo e uma "ruminação" do assunto. Portanto, esse hábito pode ajudar a diminuir a ansiedade. "É necessário também olhar como um observador para o problema. Quando a gente está imerso no problema, não conseguimos saber se ele é pequeno ou grande", alerta o especialista.


Programar menos tarefas para o dia funciona?
Se organizar e priorizar tarefas é uma dica do senso comum, mas que faz sentido para os psicólogos. Luiz Ricardo Gonzaga diz que é importante ressaltar que nem todos os ansiosos tem seu estado quando estão sobrecarregados. "Tem pessoas que fazem mil coisas e são muito funcionais. Outras quanto mais tem tarefas, mais ficam ansiosas. Colocá-las [as tarefas] em ordem de prioridade pode ser melhor. Se a pessoa trabalhar e não gerenciar o que é o mais importante, tudo fica urgente. Aí, ela pode entrar em um ciclo de ansiedade que vai se retroalimentando", explica. De acordo com Eliana Malscher, psicóloga e coordenadora do Centro de Estudos em Terapias Cognitivo-Comportamentais, a organização é importante para garantir tempo de lazer. "Com organização na vida, a pessoa consegue realizar as coisas com menos ansiedade. Eu acho muito importante que ela se organize para ter momentos de lazer e possa relaxar".


Abandonar o café, cigarro e o álcool diminui a ansiedade?
Estimulantes como café e chá preto geram ansiedade, mas drogas que são consideradas calmantes, como cigarro e álcool também podem deixar a pessoa ansiosa em caso de abstinência.
"Em linhas gerais, os estimulantes agravam a ansiedade. É um erro, por exemplo, o psicólogo servir café antes de uma consulta. O cigarro é um 'remédio contra a ansiedade'. Ele é um calmante, mas na abstinência de uma droga costuma aparecer sintomas oposto dela", explica o psicólogo Medeiros.


O excesso de uso do celular deixa as pessoas mais ansiosas?
Não é o tempo de uso do celular que gera ansiedade, mas o que a pessoa faz ali. Para Medeiros, o alto tempo de uso pode sinalizar que a pessoa passa por um "esvaziamento da vida real" e assim começa a focar em relações virtuais: "O que pode gerar ansiedade é o que ela está fazendo no celular. Se ela tem contato com coisas agressivas, estressantes e intensas. Nenhuma ação por si só vai trazer ansiedade. O que vai trazer ansiedade é uma relação entre a ação da pessoa e ela ser seguida por punição inevitável".O psiquiatra Almeida destaca que a medicina ainda não está "entendendo" a relação entre corpo, mente e tecnologia, mas já existem casos de dependência de telefone celular. Na abstinência dele, a ansiedade pode surgir."Algumas pessoas muito ansiosas ficam sempre olhando notícias no celular e isso teria um efeito calmante. É como se isso as desligasse de questões internas e as jogasse no mundo objetivo. Mas o uso de tecnologia pode causar ansiedade de separação no caso de quem já tem dependência de tecnologia", explica.

Fonte: https://emais.estadao.com.br

  Tags: #psicologia #psico #ansiedade #mudancadehabitos  


Gengivite

  Data Criação: sexta-feira, 26 de outubro de 2018    

Gengivite 

A gengivite é uma doença que apresenta inflamação das gengivas.
•    A gengivite resulta, na maioria das vezes, de uma escovação e limpeza com fio dental inadequadas, mas pode resultar de distúrbios médicos ou do uso de certos medicamentos.
•    As gengivas ficam vermelhas e inflamadas e sangram facilmente.
•    O diagnóstico normalmente se baseia no exame das gengivas pelo médico.
•    Uma boa higiene oral, limpezas profissionais frequentes, e nutrição adequada, geralmente elimina a gengivite, e alguns enxaguantes bucais podem ajudar.

A gengivite é uma doença muito frequente que causa vermelhidão e inflamação das gengivas, que sangram com facilidade. A gengivite causa pouca dor na sua fase inicial e, por isso, pode passar despercebida. No entanto, uma gengivite sem tratamento pode converter-se em periodontite, uma doença mais grave das gengivas que pode ter como consequência a perda dos dentes. A gengivite é dividida em duas categorias:
•    Gengivite devido a placa
•    Gengivite não devido a placa

 

Gengivite devido a placa


Quase todas as gengivites resultam de placa dental (uma substância como uma película composta principalmente de bactérias). De longe, a causa mais comum é

•    Forma inadequada de escovar e utilizar o fio dental
Sem uma escovação adequada, a placa permanece na linha gengival dos dentes. Além disso, a placa bacteriana acumula-se dentro das obturações defeituosas e à volta dos dentes próximos de dentaduras postiças parciais pouco limpas, pontes e aparelhos ortodônticos. Quando a placa bacteriana permanece nos dentes mais de 72 horas, solidifica-se sob a forma de tártaro (cálculo), que não é totalmente eliminado através da escovação e da utilização de fio dental.

A placa irrita as gengivas e causa inflamação (gengivite). As gengivas têm aparência avermelhada, em vez de ter um rosado saudável. Elas se inflamam e se tornam maleáveis, em vez de firmes e compactas ao redor dos dentes. Além disso, as gengivas podem sangrar com facilidade, sobretudo durante a escovação ou durante a alimentação. Geralmente as pessoas não têm dor.

É possível evitar a gengivite induzida pela placa bacteriana através de uma boa higiene oral: escovação e utilização do fio dental todos os dias. Alguns enxaguantes bucais também servem para controlar a placa bacteriana. Uma vez formado, o tártaro só pode ser eliminado por um dentista ou higienista dental. Normalmente, as pessoas precisam de limpezas profissionais a cada 6 ou 12 meses. No entanto, as pessoas com má higiene oral, problemas de saúde que podem levar à gengivite, ou uma tendência a desenvolver a placa mais rapidamente do que o necessário podem necessitar de limpezas profissionais com mais frequência (a cada 2 semanas ou a cada 3 meses). Devido à sua excelente irrigação, as gengivas saram rapidamente depois de se eliminar o tártaro e a placa bacteriana, se os dentes forem escovados com cuidado e se for utilizado o fio dental.

Além da má higiene oral, a gengivite devido a placa também pode ser iniciada ou agravada por:
•    Medicamentos
•    Carência vitamínica
•    Alterações hormonais
•    Leucemia

 

Gengivite devido a medicamentos

Alguns medicamentos podem causar um crescimento de tecido nas gengivas (hiperplasia), dificultando a eliminação da placa bacteriana e, muitas vezes, provocando gengivite. Alguns exemplos de medicamentos que podem causar tal crescimento são a fenitoína (utilizada para controlar as convulsões), a ciclosporina (administrada às pessoas que foram submetidas a um transplante de órgãos) e os bloqueadores dos canais de cálcio, como o nifedipino (que é administrado para controlar as alterações da pressão arterial e da frequência cardíaca). Os contraceptivos orais ou injetáveis também podem contribuir para o agravamento da gengivite, tal como a exposição ao chumbo, ao bismuto (muito utilizado nos cosméticos) ou a outros metais pesados como o níquel (usado em joias).

 

Gengivite devido a carência vitamínica

As carências vitamínicas podem causar gengivite, embora raramente. A deficiência de vitamina C (escorbuto) pode dar lugar à inflamação e à hemorragia nas gengivas. Podem surgir pontos vermelhos ou roxos e lesões na boca.

A deficiência de niacina (pelagra) também é causa de inflamações e hemorragias nas gengivas e aumenta a predisposição para algumas infecções orais, como a candidíase oral ou a inflamação da língua (glossite). Além disso, os lábios ficam vermelhos e rachados, a língua fica lisa e vermelho brilhante, e a língua e o revestimento da boca podem ter feridas.

Essas deficiências são raras nos Estados Unidos.
Visando a tratar as carências de vitamina C e niacina, pode ser útil a administração de suplementos de vitamina C e niacina, juntamente com uma dieta rica em fruta e legumes e verduras frescos.

 

Gengivite devido a alterações hormonais

A gravidez pode piorar uma gengivite leve, especialmente devido a alterações hormonais. Algumas mulheres grávidas podem contribuir inadvertidamente para o problema, ao descuidar a sua higiene oral, o que é frequente devido aos enjoos (enjoo matinal) e fadiga. Durante a gravidez, uma irritação menor, muitas vezes uma concentração de tártaro ou um dente restaurado com extremidades ásperas, pode causar um inchaço mole, avermelhado, com aspecto de um caroço formado no tecido da gengiva, denominado epúlide da gravidez. O tecido inchado sangra com facilidade, se existir uma ferida, e pode dificultar a alimentação.

Se uma mulher grávida descuida a higiene oral por causa dos enjoos matinais e/ou fadiga, o dentista pode sugerir outras formas de limpar os dentes e as gengivas, sem piorar as náuseas. A escovação suave sem pasta de dentes, ou até mesmo enxágues com água salgada após a escovação, pode ajudar. A incômoda epúlide da gravidez pode ser extraída cirurgicamente. Não obstante, tais tumores tendem a reproduzir-se durante e mesmo após a gravidez.
A menopausa pode causar gengivite descamativa, uma doença dolorosa e pouco conhecida que ocorre mais comumente em mulheres no período após a menopausa. Nessa doença, as camadas exteriores das gengivas sangram facilmente e separam-se do tecido subjacente, deixando a descoberto as terminações nervosas. Por conseguinte, as gengivas ficam tão frágeis que essas camadas podem libertar-se ao esfregá-las com algodão ou, simplesmente, com o estímulo do ar de uma seringa odontológica.

 

Gengivite devido a leucemia

A leucemia pode causar gengivite. De fato, a gengivite é a primeira manifestação da doença em cerca de 25% das crianças afetadas pela leucemia. Uma infiltração de células da leucemia dentro das gengivas causa a gengivite, que piora devido à incapacidade em combater a infecção. As gengivas ficam inchadas, doloridas e vermelhas e sangram facilmente. Muitas vezes, a hemorragia persiste durante vários minutos, visto que o sangue não coagula com normalidade nas pessoas com leucemia. Com menos frequência, o câncer pode se formar no tecido da gengiva e se espalhar para nódulos linfáticos.
Para evitar hemorragias no caso de uma gengivite causada pela leucemia, em vez de uma escova e de fio dental, deve ser utilizada gaze ou uma esponja para limpar suavemente os dentes e as gengivas. O dentista pode prescrever um enxaguante bucal de clorexidina para controlar a placa bacteriana e evitar as infecções da boca. Uma boa higiene dentária restabelecerá a saúde das gengivas quando a leucemia estiver em fase de remissão (mediante evidências de extinção do câncer).

 

Gengivite não devido a placa

Gengivite não causada por placa ocorre em uma pequena porcentagem de pessoas. As causas incluem infecções, alergias, distúrbios e lesões.

 

Gengivite devido a infecções

As infecções virais podem causar gengivite. A gengivoestomatite herpética aguda é uma infecção viral dolorida das gengivas e de outras partes da boca causada pelo vírus do herpes. A infecção torna as gengivas vermelhas e brilhantes, fazendo com que muitas lesões pequenas brancas ou amareladas apareçam dentro da boca.

A gengivoestomatite herpética aguda pode melhorar sem tratamento em 2 semanas. A limpeza intensiva não ajuda, de modo que os dentes devem ser escovados com suavidade, enquanto a infecção for dolorida. Os dentistas podem recomendar um enxaguante bucal anestésico para aliviar o desconforto sentido ao comer ou beber.

As infecções fúngicas também podem causar gengivite. É comum o crescimento de fungos na boca em quantidades muito reduzidas. O número de fungos na boca pode aumentar, devido ao uso frequente de antibióticos ou a uma alteração geral da saúde. A candidíase é uma infecção micótica na qual o crescimento excessivo de fungos, sobretudo Candida albicans, forma uma placa branca ou vermelha que irrita as gengivas. Essas placas também cobrem a língua e os cantos da boca e, quando se limpa, deixam uma superfície sanguinolenta.

Gengivite devido a um dente impactado (pericoronite)
A gengivite pode aparecer nas gengivas à volta da coroa de um dente impactado (aquele que ainda não saiu completamente). Nessa doença, denominada pericoronite, a gengiva inflama-se por cima do dente que ainda não saiu completamente. O tecido da gengiva sobre o molar que surgiu parcialmente pode reter líquidos, restos de comida e bactérias.

A pericoronite é mais frequente ao redor dos dentes do siso (terceiros molares), especialmente nos dentes do siso inferiores. Se um molar do siso superior irromper antes do inferior, pode morder esse tecido, aumentando a irritação. Desse modo, podem desenvolver-se infecções que se propagam à garganta ou à bochecha. O tecido desaparece depois que o dente tiver irrompido inteiramente.

Fonte: https://www.msdmanuals.com

  Tags: #Gengivite #Cuidados #Odontologia #BemEstar  


O que fazer para acabar com a insônia?

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: terça-feira, 23 de outubro de 2018    

A insônia é um distúrbio do sono que causa dificuldade para adormecer ou para permanecer dormindo, podendo surgir de forma esporádica ou se ser frequente. Esta situação é mais comum em períodos de estresse, podendo também estar associada a doenças, como a depressão, ou estar associada a situações como gravidez, menopausa ou na terceira idade, períodos que causam modificações na fisiologia do organismo. 

Para tratar a insônia, é muito importante adotar bons hábitos para reeducar o corpo a adormecer no momento certo, chamados de terapia de higiene do sono, como evitar assistir televisão ou olhar o celular na hora de dormir, evitar deitar cada dia em um horário diferente e praticar exercícios físicos durante o dia, por exemplo. Além disso, existem remédios naturais, como chá de maracujá ou camomila, que podem ser usados para facilitar o sono. 

Já os remédios de farmácia para dormir, como Diazepam ou Clonazepam, por exemplo, devem ser evitados, pelo seu risco de dependência e de efeitos colaterais, como quedas, devendo ser usados somente sob indicação médica.

Causas mais comuns
As causas da insônia podem estar relacionadas ao estresse, ansiedade e até mesmo ao consumo excessivo de alimentos estimulantes, como o café. Outras causas comuns da insônia incluem:
•    Depressão;
•    Alterações hormonais, como na menopausa. Saiba o que causa e como vencer a insônia na menopausa;
•    Uso de drogas ilícitas;
•    Uso prolongado de remédios para dormir;
•    Não ter bons hábitos de sono, como não respeitar o horário de dormir e acordar;
•    Síndrome do Jet Lag ou da mudança dos fusos horários;
•    Mudanças contínuas de horários, como ocorre com profissionais que trabalham por turnos;
•    Envelhecimento, pois os idosos estão mais propensos a alterações do sono e dificuldades para dormir. Conheça as formas de combater a insônia na 3ª idade para dormir melhor;
•    Doenças, como, por exemplo, a fibromialgia, que gera dor por todo o corpo sem justificativa aparente, causando cansaço.
O diagnóstico da insônia deve ser feito através da avaliação pelo médico do padrão de sono, do uso de medicamentos, grau de estresse psicológico, consumo de álcool e o nível de atividade física. Deve ser baseado nas necessidades individuais porque a necessidade de horas de sono não é igual para todos.


Como tratar

1. Tratamento natural
O tratamento natural para insônia pode ser feito com a ingestão de um chá calmante, como maracujá, hipericão, tilia ou camomila, por exemplo, pois são plantas medicinais possuem propriedades calmantes que vão ajudar a dormir melhor.

O chá de tilia é feito adicionando-se 2 colheres de sopa de tília para 2 xícaras de água fervente, tampar e beber cerca de 2 a 3 xícaras por dia quando morno. Para fazer o chá de camomila, deve-se acrescentar 1 colher de sopa de flores secas de camomila em 1 xícara e adicionar água fervente e quando morno, beber.
Além disto, é possível utilizar remédios fitoterápicos naturais, como a Valeriana, que tem ação sedativa e analgésica. Veja outras opções de Remédios naturais e receitas para combater a insônia.

2. Terapia de higiene do sono
Esta é a forma principal e mais efetiva de tratar a insônia, e consiste em adotar hábitos que facilitam o adormecimento. Alguns exemplos são:
•    Deitar-se e levantar-se sempre ao mesmo horário;
•    Evitar dormir durante o dia;
•    Não assistir televisão, mexer em celulares, computadores ou tablets 1-2 horas antes de dormir;
•    Evitar ficar na cama ao longo do dia ou fazer atividades diversas como estudar, ler ou mexer no celular;
•    Evitar luzes ou barulhos excessivos no quarto;
•    Preferir atividades físicas durante o dia;
•    Comer alimentos leves antes de dormir. Confira quais são os alimentos indicados para insônia e o que evitar.
Além disto, também pode ser recomendada a realização de terapia cognitivo-comportamental ou terapias alternativas, como meditação, acupuntura, massagens ou fototerapia, por exemplo. Confira quais são os principais métodos de terapia do sono para dormir melhor.

3. Tratamento com remédios
O tratamento para insônia pode ser feito com a ingestão de medicamentos ansiolíticos ou para dormir, como são popularmente chamados, como o Flurazepam, Clonazepam ou Diazepam. Veja mais exemplos em: Remédios para ajudar a dormir.

No entanto, estes medicamentos só devem ser utilizados após indicação pelo médico e em casos muito específicos, pois podem causar dependência e efeitos colaterais, como quedas e alterações de memória, podendo, inclusive, piorar o sono do indivíduo.


Fonte: www.tuasaude.com
 

  Tags: #insônia #saúde #sono #geral #bemestar  


Anorexia: o que é, sintomas e tratamento

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: quinta-feira, 18 de outubro de 2018    

A anorexia nervosa  é um transtorno alimentar que faz a pessoa enxergar o próprio corpo de maneira distorcida (em geral, muito acima do peso) e, a partir daí, leva a atitudes de risco como dietas restritivas, abuso de exercícios físicos, indução de vômito para expulsar as refeições e até mesmo uso de medicamentos como laxantes. O problema pode afetar qualquer faixa etária ou gênero, mas é mais comum em mulheres jovens.

A perda de peso impulsionada pelo transtorno é extremamente perigosa. Pode provocar baixas na imunidade, enfraquecimento dos músculos e dos ossos, interrupção da menstruação, arritmia cardíaca e convulsões. O quadro chega a ser inclusive fatal em 15% dos casos.
A anorexia está ligada a origens psicológicas e fisiológicas e, uma vez instalada, atrapalha a ação de um dos hormônios que controlam o apetite, a melanocortina, o que deixa a pessoa constantemente sem fome.

Sinais e sintomas
– Perda de peso acentuada
– Preocupação excessiva com a dieta
– Restrição severa na ingestão de comida
– Ausência de apetite
– Uso de truques para dar a impressão de que já comeu ou esvaziou o prato
– Medo extremo de engordar
– Ausência de menstruação
– Redução na libido
– Prática exagerada de exercícios visando à forma física
– Evitar comer na frente de outras pessoas


Fatores de risco
– Pressão social por questões estéticas
– Distúrbios psiquiátricos como ansiedade, depressão e transtorno obsessivo-compulsivo
– Desequilíbrios hormonais
– Baixa autoestima
– Perfeccionismo exagerado
– Histórico familiar


A prevenção
Embora em boa parte dos casos não dê para prevenir diretamente o aparecimento da anorexia, é possível flagrar seus sinais logo no começo e impedir que o quadro se acentue. Passar muito tempo na frente do espelho ou tornar-se obcecado com o peso são evidências de que é preciso ligar o alerta.
Comportamentos como comer muito pouco, rejeitar refeições a toda hora e estimular vômitos para devolver a comida também são indícios de anorexia. O importante, nesses casos, é conversar com o indivíduo e tentar modificar o ambiente (e a pressão social) para que sejam cortados os estímulos ao transtorno — sempre com a orientação de um especialista. Em linhas gerais, reforçar o ideal de um cardápio saudável e não alimentar um estilo de vida baseado na aparência e na estética são formas de evitar um ambiente propício ao distúrbio.

O diagnóstico
Para que uma pessoa seja considerada anoréxica, seu peso deve estar 15% abaixo do indicado para sua idade e altura, mesmo que, à primeira vista, ela pareça saudável. Um dos fatores que atrapalham o diagnóstico, aliás, é que os anoréxicos tendem a negar seu problema — os quilos a menos são, pelo contrário, comemorados.
Além do emagrecimento extremo, o médico procurará sinais de desnutrição e pedirá exames laboratoriais para descartar outras doenças capazes de levar à perda de peso. A avaliação psicológica também ajuda a identificar como o indivíduo enxerga seu corpo e como isso repercute em seus hábitos e decisões. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menor será o risco de complicações.

O tratamento
Ele é multidisciplinar, ou seja, envolve uma equipe composta de médico, psicólogo e nutricionista. O primeiro objetivo é recuperar os quilos perdidos em ritmo seguro a fim de restabelecer a saúde. A psicoterapia, por sua vez, trabalha a identidade e a forma de enxergar o próprio corpo, bem como a relação com a comida.
Muitas vezes, o médico prescreve medicamentos para reequilibrar a bioquímica cerebral. Em casos graves, com perda de mais de 25% do peso, a internação é necessária.
Como o processo de recuperação acontece em médio ou longo prazo, o apoio de amigos e familiares se torna crucial. E, após a reabilitação, a orientação é ficar atento pelo resto da vida, já que a anorexia tem características crônicas.


Fonte: saude.abril.com.br
 

  Tags: #anorexia #saúde #alimentação #adolescência #psicologia  


Tipos de Diabetes

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: sábado, 22 de setembro de 2018    

Você conhece o famoso pâncreas?
O pâncreas é um órgão localizado atrás do estômago que produz alguns hormônios importantes para nosso sistema digestivo. Em condições rotineiras, quando o nível de glicose no sangue sobe, células especiais, chamadas células beta, produzem insulina. Assim, de acordo com as necessidades do organismo no momento, é possível determinar se essa glicose vai ser utilizada como combustível para as atividades do corpo ou será armazenada como reserva, em forma de gordura. Isso faz com que o nível de glicose (ou taxa de glicemia) no sangue volte ao normal.


O que é Diabetes Tipo 1?

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença.
O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.
 
O que é Diabetes Tipo 2?

O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia.
Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

Há outros tipos?


Diabetes Gestacional

O que é?
Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento do bebê, a mulher passa por mudan-ças em seu equilíbrio hormonal. A placenta, por exemplo, é uma fonte importante de hor-mônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glico-se pelo corpo. O pâncreas, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro. 
Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre e elas desenvolvem um quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue. Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intrauterino, há maior risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta.
 
Como eu percebo que estou com diabetes gestacional?

O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher e nem sempre os sintomas são identificáveis. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana de gravidez (início do 6º mês), como está a glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância a glicose.


Quais são os fatores de risco?
•    Idade materna mais avançada;
•    Ganho de peso excessivo durante a gestação;
•    Sobrepeso ou obesidade;
•    Síndrome dos ovários policísticos;
•    História prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional;
•    História familiar de diabetes em parentes de 1º grau (pais e irmãos);
•    História de diabetes gestacional na mãe da gestante;
•    Hipertensão arterial na gestação;
•    Gestação múltipla (gravidez de gêmeos).


É possível controlar?
Sim. O controle do diabetes gestacional é feito, na maioria das vezes, com a orientação nutricional adequada. Para cada período da gravidez, uma quantidade certa de nutrientes. A prática de atividade física é outra medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contraindicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro.
Aquelas gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e atividade física têm indicação de associar uso de insulinoterapia. O uso da insulina é seguro durante a gestação. É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo diabetes, quando tratadas de maneira adequada, terão excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.
Cuidados
O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de Diabetes Tipo 2. Aproximadamente seis semanas após o parto, a mãe deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos.
Uma ótima notícia é que o aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes após o parto. A alimentação balanceada e a prática regular de atividades físicas completam essa ‘fórmula infalível’.
 
Pré-Diabetes
Já imaginou se o corpo humano contasse com um sistema de alarme que dispara quando o risco de desenvolver uma doença aumenta? Não seria uma chance de mudar seu futuro?
A maioria das pessoas não sabe o que é pré-diabetes. Uma pesquisa feita pela SBD em parceria com o laboratório farmacêutico Abbott apontou que apenas 30% dos pacientes tinham informações sobre essa condição.
O termo pré-diabetes é usado quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas não o suficiente para um diagnóstico de Diabetes Tipo 2. Obesos, hipertensos e pessoas com alterações nos lipídios estão no grupo de alto risco.
É importante destacar que 50% dos pacientes nesse estágio 'pré' vão desenvolver a doença. O pré-diabetes é especialmente importante por ser a única etapa que ainda pode ser revertida ou mesmo que permite retardar a evolução para o diabetes e suas complicações.
Por que existe essa preocupação? Muitos pacientes, ao serem comunicados de que têm pré-diabetes, não enxergam ali uma oportunidade. Deixam para 'cuidar' quando o proble-ma se agravar. Só que o pré-diabetes pode prejudicar nervos e artérias, favorecendo diversos outros males, a exemplo de infarto e derrames (veja em Complicações)
A mudança de hábito alimentar e a prática de exercícios são os principais fatores de sucesso para o controle. No entanto, para 60% dos pacientes, a dieta é o passo mais difícil a ser incorporado na rotina. Ao todo, 95% têm dificuldades com o controle de peso, dieta saudável e exercícios regulares. Lembre-se: ninguém morre de diabetes, e sim do mau controle da doença.
De acordo com a International Diabetes Federation, entidade ligada à ONU, existem no mundo mais de 380 milhões de pessoas com diabetes. Na maioria dos casos, a doença está associada a condições como obesidade e sedentarismo, ou seja, pode ser evitada. É possível reduzir a taxa de glicose no sangue com medidas simples. Perder de 5 a 10% do peso por meio de alimentação saudável e exercícios faz uma grande diferença na qualidade de vida. Mexa-se!
 
Fatores de risco:
Assim como Diabetes Tipo 2, o pré-diabetes pode chegar à sua vida sem que você perceba. Ter consciência dos riscos e buscar o diagnóstico é importante, especialmente se o pré-diabetes for parte do que nós chamamos de 'síndrome metabólica':
•    Pressão alta;
•    Alto nível de LDL ('mau' colesterol) e triglicérides; e/ou baixo nível de HDL ('bom' colesterol)
•    Sobrepeso, principalmente se a gordura se concentrar em torno da cintura


FONTE: http://www.diabetes.org.br
 

  Tags: #diabetes #tiposdediabetes  


SUICÍDIO: é preciso falar sobre esse problema!

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: sexta-feira, 21 de setembro de 2018    

Enquanto o suicídio segue sendo um assunto sobre o qual se fala pouco, o número de pessoas que tiram a própria vida avança silenciosamente. No Brasil, o índice perde apenas para homicídios e acidentes de trânsito entre as mortes por fatores externos (o que exclui doenças). Em todo o mundo, entre os jovens, a morte por suicídio já é mais frequente que por HIV. Entre idosos, assim como entre pessoas de meia-idade, os índices também avançam.
Falar de suicídio, na maioria das vezes, é falar de depressão. Falar de depressão, no entanto, não necessariamente é falar de suicídio. 

Qual é o perfil do suicida?

Um dos estudos mais completos sobre o tema, feito pelos pesquisadores Daiane Borges Machado e Darci Neves dos Santos, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), analisou dados do Sistema de Informações sobre a Mortalidade Brasileira (SIM), Datasus e IBGE entre os anos 2000 e 2012 no Brasil. As pessoas que mais se suicidaram foram as menos escolarizadas, indígenas (132% mais casos que na população em geral) e homens maiores de 59 anos (29% a mais que as outras faixas etárias).
O Mapa da Violência de 2014 (levantamento mais recente) também aponta uma alta de 15,3% entre jovens e adolescentes no Brasil, de 2002 a 2012. O suicídio é predominante no sexo masculino, com exceção da Índia e China. Os homens brasileiros têm 3,7 vezes mais chances de se matar que as mulheres, de acordo com o estudo da UFBA. 

Tem sido registrado um aumento no número de suicídios em todas as faixas etárias: crianças, jovens, adultos e idosos, como afirma o Mapa: "Os suicídios no país vêm aumentando de forma progressiva e constante: a década de 1980 praticamente não teve crescimento (2,7%); na década de 1990 o crescimento foi de 18,8%, e daí até 2012, de 33,3%". Os especialistas demonstraram especial preocupação com os jovens, que tem se suicidado cada vez mais, e os idosos que são a faixa com o maior índice - 8 suicídios para cada 100 mil habitantes, a maior do Brasil, segundo o Mapa da Violência.
Neste mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou a cartilha anual de recomendação para a prevenção do suicídio. Nela, são apontadas 15 causas frequentes que influenciam na retirada da própria vida, como o uso de álcool e drogas, perda ou luto e outros transtornos mentais, como a esquizofrenia. A maior parte dos casos são executados por pessoas com depressão, independente de sexo, faixa etária ou qualquer outra característica.

Por que homens?

“A diferença [de taxas] entre os gêneros é geralmente atribuída a maior agressividade, maior intenção de morrer e uso de meios mais letais entre os homens”, concluiu o estudo da UFBA. Ainda segundo o texto, as mulheres “são mais religiosas, o que pode se tornar um fator de proteção”. 

O psiquiatra Rubens Pitliuk, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, diz que a principal razão para os homens conseguirem efetivamente tirar a própria vida é a forma como eles tentam se matar. "Suicídio em homem é mais violento que em mulher. As mulheres em geral tentam [se matar] tomando comprimidos. É mais difícil a mulher se jogar de uma janela", explica.
Uma pesquisa de uma universidade do Canadá, de 2008, encontrou a associação da mortalidade por suicídio com a tendência de expor sentimentos. A taxa era menor nas regiões onde os homens eram mais propensos a falar sobre o que sentiam. 

Por que jovens?

O relatório da OMS afirma que "as tentativas de suicídio de adolescentes estão muitas vezes associadas a experiências de vida humilhantes, tais como fracasso na escola ou no trabalho ou conflitos interpessoais com um parceiro romântico.”
Já para o psiquiatra José Manoel Bertolote, consultor da OMS e autor do livro “O Suicídio e sua Prevenção”, o aumento das taxas entre jovens e adolescentes já está bem documentado, mas ainda são necessários mais estudos para entender as causas.
“Estudos feitos na cidade de São Paulo sugerem que a falta de perspectivas de vida para muitos jovens -- insegurança física e econômica, desemprego ou falta de acesso -- aliada à desatenção e ao despreparo do sistema público de saúde agravam ainda mais a situação”, avalia.
A psicóloga Karen Scavacin, uma das revisoras do documento "Preventing Suicide - A Global Imperative", elaborado pela OMS, considera que há, também, características do perfil dos jovens que devem ser levadas em consideração. “Tanto a criança quanto o jovem tem uma impulsividade alta (...), ele ignora a irreversibilidade da morte”.
O acesso fácil a meios de incentivo também foi apontado pela psicóloga, que vê uma alta nos casos de cyberbullying -- bullying feito pelas redes sociais e internet -- e que é fator contribuinte para o aumento das taxas entre adolescentes. “Hoje em dia é muito fácil você pesquisar como cometer um suicídio em qualquer mídia social. As pessoas não levam em consideração quando um adolescente ou uma criança fala que pretende se matar e isso deve ser uma das coisas que mais influencia”.
Todos os especialistas avaliam que, neste caso, os pais e amigos tendem a achar que um comportamento agressivo pode ser confundido com uma fase difícil, como um comportamento clássico de adolescente.
“Um adolescente às vezes tem uma depressão não diagnosticada que vai aparecer como agressividade. Não é aquela depressão que as pessoas imaginam de ficar na cama, de não fazer mais nada. O adolescente sente muita dificuldade de pedir ajuda”, completa Scavacin.

Por que os idosos?

De acordo com Bertolote, o aumento do suicídio entre idosos ocorre em maior parte também entre o sexo masculino. “Nessa idade observamos o acúmulo de problemas de saúde, em sua maioria doenças crônicas e incuráveis, muitas vezes dolorosas ou de tratamento penoso, associado a um isolamento social progressivo, causados pela viuvez, separações, distanciamento de filhos e netos, por exemplo”.
Para Scavacin, há o fato de que os idosos planejam por mais tempo e por isso conseguem concluir o ato. “Para cada quatro tentativas do idoso, temos um suicídio completo. Se a gente pensar em um adolescente, são 200 tentativas para cada um suicídio completo. Ou seja: o adolescente tenta mais, mas o idoso chega a cometer mais o suicídio”. disse.

Como salvar alguém?

Bertolote é objetivo na hora de “aconselhar” como ajudar: “Para o leigo é, sobretudo, se dispor a se aproximar de alguém que demonstra estar sofrendo ou que apresenta mudanças acentuadas e bruscas do comportamento, ouví-lo e, se não se sentir capaz de lidar com o problema apresentado, ir junto em busca de quem possa fazê-lo mais adequadamente, como um médico, enfermeiro, psicólogo ou até um líder religioso”.
De acordo com os médicos, o ideal é que a pessoa seja encaminhada a um psiquiatra e seja medicada. E, no mundo ideal, que tenha um acompanhamento de um terapeuta e o apoio da família.
Outro fator importante é que os medicamentos levam um certo tempo para surtir efeito. Por isso, os primeiros 30 dias após uma tentativa de suicídio e o início do tratamento são os que precisam de mais atenção.
Para Pitliuk, uma boa campanha de conscientização, como ocorreu com a da Aids no Brasil, deve ser feita para a depressão. "A população precisa ser mais bem informada de que depressão é uma doença e tem tratamento. Boa parte das vezes, a pessoa se sente mal e não sabe que tem depressão. Se soubesse o nome da doença, talvez procurasse ajuda. E muitas vezes a família não percebe que ela está deprimida", explica.
O psiquiatra diz que é importante quebrar o medo dos antidepressivos que, em casos de suicídio, são fundamentais. “O remédio é necessário se o paciente tem uma depressão clínica, em que já existem os sintomas físicos - queda de energia, dores no corpo, dores de cabeça, boca seca - ou seja, o organismo inteiro está depressivo. Agora, se você puder juntar o remédio com a ida a uma terapia, é melhor do que só o remédio. Se só puder escolher um, é melhor receitar o antidepressivo", considera.
Na rede pública, os psiquiatras e a psicóloga apontam que o caminho é procurar os Centros de Apoio Psicossocial (CAPS). Por lá, é possível marcar uma consulta com um psiquiatra ou psicólogo. O Centro de Valorização da Vida (CVV), fundado em 1962 em São Paulo, faz um apoio emocional e preventivo do suicídio pelo número 141.

Veja mitos comuns sobre o suicídio

•    'Quem fala, não faz' - Não é verdade. Muitas vezes, a pessoa que diz que vai se matar não quer "chamar a atenção", mas apenas dar um último sinal para pedir ajuda. Por isso, os especialistas pedem que um aviso de suicídio seja levado a sério.
•    'Não se deve perguntar se a pessoa vai se matar' - É importante, caso a pessoa esteja com sintomas da depressão, ter uma conversa para entender o que se passa e ajudar. Não tocar no assunto só piora a situação.
•    'Só os depressivos clássicos se matam' - Não. Existe o depressivo mais conhecido, aquele que fica deitado na cama e não consegue levantar. Mas outras reações podem ser previsões de um comportamento suicida, como alta agressividade e nível extremo de impulsividade. Os médicos, inclusive, pedem para a família ficar atenta ao momento em que um depressivo sem tratamento diz estar bem: muitas vezes ele pode já ter decidido se matar e tem o assunto como resolvido.
•    'Quando a pessoa tenta uma vez, tenta sempre' - A maior parte dos pacientes que levam a sério o tratamento com medicamentos e terapia não chegam a tentar se matar uma segunda vez. O importante é buscar a ajuda.

Fonte: https://g1.globo.com

  Tags: #suicídio #setembroamarelo #valorizacaodavida  


A polêmica do fio dental: funciona ou não, afinal?

  Data Criação: quarta-feira, 05 de setembro de 2018    

Após seu uso ter sido contestado por instituição americana, especialistas afirmam que ele é fundamental para prevenir cáries e até a perda dos dentes

O uso do fio dental tem sido alvo de grande polêmica entre dentistas e pacientes. Tudo começou há poucas semanas, quando os americanos deixaram de recomendá-lo no “Dietary Guideline for Americans”, um manual usado para direcionar as políticas de saúde nos Estados Unidos. Por lei, as recomendações do guia precisam ser comprovadas cientificamente. Entretanto, ao ser questionado sobre o assunto pela agência de notícias Associated Press (AP), o governo declarou que a efetividade do fio nunca havia sido pesquisada. Então, a AP foi fazer sua própria pesquisa.

A AP então revisou 25 estudos já publicados que comparavam duas situações: o uso da escova de dente sozinha  e o quando ela era utilizada com o fio dental. Os resultados mostraram que as evidências sobre a eficácia do uso do uso do fio dental eram “fracas”, “não confiáveis” ou de qualidade “muito baixa”.

Os dentistas e outras instituições de saúde não concordam. Em comunicado oficial, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (Crosp), afirma que “todos os meios disponíveis para garantir a adequada higienização bucal devem ser adotados pela população, incluindo, sim, o fio dental”.

Para Luciana Scaff Vianna, periodontista e secretária da Câmara Técnica de Periodontia do Crops, a importância do fio para a prevenção de problemas de saúde bucal é incontestável. “O uso do fio dental é importante para remover placa bacteriana, alimentos e restos de bactérias mortas que estão nem lugares impossíveis de serem alcançados pela escova de dentes ou até pelo bochecho”, diz.

A Associação Britânica de Periodontologistas (BSP) também defende o uso: “Utilizar fio dental é importante, sobretudo, para a prática da higiene em locais da boca em que a escovação interdental não consegue atingir”, disse Philip Ower, presidente da Associação Britânica de Periodontologistas (BSP), ao jornal britânico The Guardian.

Recomenda-se que o fio dental seja usado após as refeições, sobretudo a noite. “É claro que esquecer de escovar os dentes ou de passar o fio dental durante um dia todo ou após uma refeição, não trará problemas de saúde. Mas, em longo prazo, a placa e a proliferação de bactérias causam doenças gengivais, cárie e até à perda de dentes”, diz a dentista Luciana.

Estudos mostram que é ainda pequena a porcentagem de pessoas que utilizam o fio dental diariamente — de 8% a 20%.

Fonte: https://veja.abril.com.br

  Tags: #fiodental #odontologia #saúdebucal  


Atividade física na idade adulta diminui risco de depressão em 16%

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: sexta-feira, 31 de agosto de 2018    

Pesquisa analisou dados de quase 18.000 praticantes de atividade física com idade média de 50 anos e verificou diminuição no risco de depressão mais tarde na vida.

A sensação de bem-estar após a prática de atividade física pode perdurar por mais tempo, sugere estudo publicado no "JAMA Psychiatry". Pesquisadores analisaram dados de 17.989 indivíduos com idade média de 50 anos. Aqueles com prática intensa e regular de atividade física tiveram 16% menos chance de desenvolver depressão após os 65 anos.

Outro achado do estudo é que o exercício também diminui o risco de morte por doença cardiovascular após diagnóstico de depressão. Isso é particularmente importante porque estudos anteriores demonstraram que a condição está associada a um aumento de mortes por doença cardiovascular.

Como manter a atividade física
1.    Pratique exercício todos os dias no mesmo horário.
2.    Reserve um horário, mas não desanime se não conseguir manter. Retome o mais rápido possível.
3.    Acompanhe e comemore o seu progresso.
4.    Varie os exercícios para evitar a monotonia. Mantenha o treino interessante e divertido.
5.    Exercite-se com um amigo.
6.    Eleja alguém para te cobrar sobre a regularidade do seu treino.

Depressão e doença cardiovascular estão entre as principais causas de incapacidade nas nações desenvolvidas, apontam dados da Organização Mundial de Saúde.

A relação entre as duas condições pode ser explicada, segundo o estudo, porque a depressão favorece o acúmulo de placas nas artérias e também aumenta arritimias (batimentos irregulares do coração).

Madhukar Trivedi, coautor do estudo e direitor do Centro para Pesquisa em Depressão da Universidade de Texas de Southwestern (EUA), ressalta a importância da atividade física em adultos a partir dos achados do estudo.

"As pessoas que entram no mercado de trabalho costumam abandonar a atividade física. Mas, quanto mais você conseguir manter o exerícicio, menor o risco de desenvolver depressão" - Madhukar Trivedi (Universidade de Texas de Southwestern)
"Também, a longo prazo, a atividade física diminui o risco de mas mortes cardiovasculares associadas à depressão", conclui Trivedi.

O pesquisador Madhukar Trivedi explica que o exercício físico pode diminuir o risco de depressão porque diminui a inflamação -- mecanismo já associado a sintomas depressivos.

Pelos achados, Trivedi também sugere que, muitas vezes, a primeira opção de tratamento para a depressão em indivíduos sem quadro sério pode ser a associação entre psicoterapia e atividade física.

"Manter-se ativo e procurar psicoterapia é muitas vezes a melhor prescrição, especialmente em pessoas que não apresentam quadros graves" -- Madhukar Trivedi.

Detalhes do resultado

No acompanhamento dos participantes, o estudo identificou 2701 diagnósticos de depressão, 610 mortes por doença cardiovascular sem depressão prévia e 231 mortes por doença cardiovascular após depressão.

Altos níveis de atividade física foram associados a 16% menos risco de desenvolver depressão. Um alto nível de condicionamento também foi associado a um risco 61% menor de morte por doença cardiovascular sem depressão.

Depois de um diagnóstico de depressão, um alto condicionamento foi associado a um risco 56% menor de morte.

De modo geral, autores concluíram que a prática de atividade física deve ser considerada como uma aliada no tratamento da depressão por especialistas. Médicos também devem considerar a indicação da prática para estimular a promoção do envelhecimento saudável.

Fonte: g1.globo.com

  Tags: #atividadefisica #depressao #pesquisa  


Como tratar a dislexia?

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: terça-feira, 21 de agosto de 2018    

Quando uma pessoa tem atrasos na escrita e na fala, pode se tratar de um caso de dislexia. É importante confirmar o diagnóstico, para garantir uma estratégia adequada de enfrentamento.

A dislexia é um transtorno de linguagem que compromete a capacidade de ler e escrever corretamente. É mais comum do que se imagina, afetando quase 17% da população mundial. Como os primeiros sinais costumam aparecer ainda na infância, se transforma em uma grande preocupação para os pais.

Qual tratamento é recomendado para os casos de dislexia? Como é feito o diagnóstico? É possível vencer o transtorno e garantir um desenvolvimento normal? Foi pensando em responder as principais dúvidas relacionadas à dislexia que preparamos este artigo. Confira!

O diagnóstico da dislexia

Quando a criança tem atrasos na fala e linguagem, é dispersa, tem dificuldade para aprender rimas e mostra níveis baixos de desenvolvimento da atenção é importante procurar um profissional com experiência em dislexia e outros transtornos de aprendizagem, para que seja feito um diagnóstico detalhado.

Normalmente, são realizados teste de linguagem e de inteligência, numa abordagem multidisciplinar que envolve psicologia, fonoaudiologia e psicopedagogia. É importante avaliar o processo da memória, da coordenação motora, da consciência dos fonemas, enfim, de todas as habilidades que antecedem o processo de escrita e leitura.

Essa investigação é o que vai permitir confirmar se trata-se de dislexia, entender a extensão do problema e determinar quais os melhores recursos para enfrentar o transtorno.

Tratando a dislexia

Para que o tratamento seja o mais eficiente possível é importante recorrer a terapias que se complementam. Não há uma fórmula única, porque cada criança tem níveis de comprometimento diferentes. Além disso, é importante esclarecer que o tratamento da dislexia também acontece em jovens e adultos, para remediar aqueles casos em que o transtorno não foi devidamente enfrentado durante a infância.

Apesar de não haver "cura", os avanços são consideráveis. Um plano personalizado, com recursos adaptados à realidade de cada paciente, é o que vai determinar melhorar a qualidade da escrita e a fala. Para isso, utiliza-se normalmente:

•    Fonoaudiologia: o objetivo é traçar estratégias que facilitem a associação entre sons e palavras escritas, aumentando a fluidez da leitura. O profissional estabelece um plano de ação que permita a evolução do aprendizado, partindo de conteúdos básicos e simples e aumentando progressivamente a dificuldade.
•    Adaptações na escola: está claro que a criança disléxica precisa receber suporte por parte da equipe de ensino da escola, muitas vezes com o uso de materiais didáticos diferenciados. Além de ser peça-chave para o desenvolvimento da autonomia e independência, o professor precisa estar preparado para minimizar o impacto negativo que significa ter um transtorno de aprendizagem, tanto para a própria criança como para os coleguinhas. Nesse sentido, é importante estimular as atividades em grupo, pois contribuem para diminuir o sentimento de exclusão.
•    Psicoterapia: com a ajuda psicológica a criança (adolescente ou adulto) terá a oportunidade de descobrir que a dislexia não é o fim do mundo. É uma condição, que pode e deve ser tratada. Além disso, serão trabalhadas questões fundamentais para fortalecer a autoestima, como a descoberta de potencialidades. O paciente ganhará a autoconfiança necessária para garantir relacionamentos saudáveis.

Em casos pontuais, também será necessário o uso de medicamentos, a fim de controlar alguns dos sintomas físicos. Quando isso acontece, normalmente é porque há a associação com outros transtornos, como hiperatividade ou problemas de comportamento.

Fonte: br.mundopsicologos.com
 

  Tags: #dislexia #tratamento #saude #psicologia  


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