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Colesterol alto: causas e tratamento

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: quinta-feira, 12 de setembro de 2019    

O colesterol é um tipo de lipídio (gordura) que é essencial para o nosso organismo, pois possui o papel vital de manter a células funcionando, de produzir hormônios e vitamina D. Entretanto seu excesso, o chamado “colesterol alto”, pode acarretar diversos problemas de saúde.

Em nosso organismo existem dois tipos de colesterol, eles são iguais em sua forma molecular, porém se diferem quanto às proteínas sanguíneas que realizam seu transporte. Quando associados às proteínas, o colesterol pode formar o LDL (Low Density Lipoprotein – Lipoproteína de baixa densidade), também conhecido como “colesterol ruim”, pois carrega o colesterol do fígado para os tecidos e podem se acumular nas artérias, e o HDL (High Density Lipoprotein – Lipoproteína de alta densidade), conhecido como “colesterol bom”, pois carrega o colesterol das artérias para o fígado.

A formação do colesterol dependerá da genética, do estilo de vida, prática de atividade física e dieta. Conheça algumas de suas causas e fatores de risco:

  • Sexo e idade;
  • Histórico familiar;
  • Obesidade;
  • Inatividade física;
  • Fumar;
  • Diabetes;
  • Má alimentação.

Por incrível que pareça, o colesterol alto não apresenta sintomas, pois é uma doença silenciosa. Os “sintomas” que muitas vezes são observados, como dor no peito, falta de ar e palpitação podem estar associados a uma doença causada devido ao aumento dos níveis de colesterol, como a angina pectoris ou até mesmo o infarto agudo do miocárdio. Portanto, única maneira de saber os níveis de colesterol é através do exame de sangue. Vale ressaltar que é indicado que o paciente procure ajuda médica, caso exista um histórico de colesterol alto na família ou doenças relacionadas ao excesso de peso.

O tratamento e prevenção do colesterol alto deve conter mudanças no estilo de vida, como exercícios físicos acompanhados de uma dieta saudável. Lembre-se de que todos os alimentos de origem animal possuem colesterol. Portanto é recomendável comer alimentos de origem vegetal: frutas, verduras, legumes e grãos.

Sugestão de hábitos:

  • Escolha comidas saudáveis;
  • Evite gorduras trans;
  • Coma mais frutas e legumes;
  • Beba álcool com moderação;
  • Exercite-se regularmente;
  • Não fume.
  Tags: #ClinicoGeral #Colesterol #Saude  


Quebrando o tabu: terapia funciona!

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: quarta-feira, 14 de agosto de 2019    

Infelizmente, ainda há uma visão estereotipada e preconceituosa sobre a terapia, algumas pessoas pensam que apenas “loucos” precisam dessa forma de tratamento ou que procurar ajuda é uma fraqueza.

Mas isso não é verdade, a terapia pode aumentar substancialmente a qualidade de vida de um indivíduo e das pessoas que convivem com o mesmo. Os problemas emocionais e as doenças mentais trazem muito sofrimento e limitações para quem sente, porém não deixam sinais físicos, assim se tornam imperceptíveis e fazem com que as pessoas ao seu redor não a compreendam ou até julguem por suas ações.

A terapia é uma importante ferramenta para que possamos entender nosso dia a dia da melhor forma, e assim, tentar vencer aquela fase em que os problemas parecem não terem mais solução. Afinal todos nós, em algum momento, passaremos por crises, pois fazem parte da vida e do processo de crescimento pessoal.

É importante ter consciência de que a assistência médica é imprescindível em diversos casos e de grande ajuda em outros. Assim que a pessoa tiver consciência que possui um conflito psicológico ou um problema emocional que não consegue resolver sozinho, e também percebe que este sofrimento está afetando seus relacionamentos, sua profissão, sua rotina em geral, é necessário buscar ajuda de um profissional qualificado.

A partir do momento em que alguém está disposto a fazer terapia, deve-se considerar que os motivos são pessoais, e não apenas por influência de outras pessoas, pois a vontade e a disposição são elementos essenciais que precisam partir do próprio individuo para que procedimento seja eficiente.

 

 

 

Fonte: https://www.propsicologia.com.br

  Tags: #Tabu #Terapia #Psicologia #Psicologa  


Escoliose.

Autor: Dra. Maiara S. Pimentel,   Data Criação: quarta-feira, 14 de agosto de 2019    

Diferentemente da cifose e da lordose que são consideradas desvios normais/fisiológicos da coluna vertebral, a escoliose é uma curvatura anormal da coluna para um dos lados do tronco, determinado pela rotação das vértebras, a deformidade pode ser vista olhando a pessoa de costas.

Existem muitas causas de escoliose, incluindo deformidades congênitas da coluna (aqueles presentes no nascimento, herdadas ou causadas pelo ambiente), problemas genéticos, problemas neuromusculares e desigualdade de comprimento dos membros, e algumas causas incluem paralisia cerebral, espinha bífida, distrofia muscular, atrofia muscular espinhal e tumores, ou então má postura.

Alguns dos sintomas podem ser caracterizados por:

  • Ombros em alturas diferentes;
  • Cabeça não centrada diretamente acima da pélvis;
  • Aparência de um quadril proeminente levantado;
  • Costelas com alturas diferentes;
  • Cintura irregular;
  • Mudanças na aparência ou textura da pele sobre a coluna;
  • Inclinação do corpo inteiro para um lado;
  • Proeminência da costela quando dobrada.

O tratamento é conservador e leva em consideração as peculiaridades de cada caso no que se refere a idade do paciente, ao grau e padrão da curvatura, às características da deformidade instalada e a intensidade da dor. Em geral, o tratamento conservador inclui técnicas de fisioterapia, o tratamento conservador não exclui o uso de medicamentos e a cirurgia para estabilização da coluna vertebral só é recomendada para pacientes adultos em situações especiais.

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, maiores serão as possibilidades de evitar as complicações da doença.

 

 

Fonte:  https://drauziovarella.uol.com.br

  Tags: #Fisioterapia #Escoliose #Cuidados  


Dentes escurecidos: por que acontecem?

Autor: Dr. Robson Michael Tecchio,   Data Criação: terça-feira, 02 de julho de 2019    

Para um sorriso saudável é necessário ter cuidado na alimentação, pois existem alguns alimentos que podem escurecer seus dentes pelo excesso de pigmentação contido neles. Ficar com os dentes escuros é um problema estético que incomoda muita gente.

A cor dos seus dentes vem de uma camada interna chamada dentina. O esmalte do dente funciona como o protetor da dentina e quando esse esmalte é afetado aparece o problema, o dente acaba ficando mais exposto, aumentando as chances de absorver os pigmentos do que comemos.

Por esse motivo a escovação dental ajuda muito se for feita com frequência e da forma correta, pois remove os corantes da superfície dos dentes, evitando o escurecimento ao longo dos anos. Um bochecho com água também já ajuda a evitar que os corantes ou a acidez fiquem na boca, além de colaborar com o trabalho da saliva para repor os minerais do dente que haviam sido perdidos.

A acidez do refrigerante, por exemplo, causa manchas, assim como frutas cítricas e alimentos muito ácidos aumentam as chances de o dente sofrer a ação dos pigmentos, pois o esmalte é atacado, perdendo minerais que são importantes para o bom funcionamento de toda a boca.

Conheça alguns alimentos que causam o escurecimento:

  • Café;
  • Refrigerante;
  • Beterraba;
  • Chá;
  • Amora;
  • Cereja;
  • Uva;
  • Açaí;
  • Vinho.

 

Fonte: www.sorrisologia.com.br

  Tags: #Robson #Dentista #Escurecimentodedentes #Dentesescuros #Alimentos  


Dependência química é uma doença?

Autor: Dra. Nina Maira Parreira Ferreira,   Data Criação: sexta-feira, 28 de junho de 2019    

O uso de drogas psicoativas, é tão antigo quanto os seres humanos. A droga foi usada no início das civilizações por razões religiosas e em um segundo momento como uma fonte de prazer. 

As drogas psicoativas, como o álcool, a maconha ou a cocaína, produzem efeitos por vezes agradáveis e por vezes desagradáveis. Elas sempre causam alterações no cérebro e com isso uma mudança das funções psicológicas, como a atenção, a memória, a percepção sensorial ou a forma de se relacionar com o mundo.

Quem usa a droga é impulsionado pela curiosidade, a vontade de pertencer a um grupo, pela busca de um prazer imediato ou alívio, entre outras razões. Contudo, quem muitas das pessoas que utilizam drogas desconhecem seus efeitos colaterais e, por vezes, acabam se colocando em risco ou colocando outras pessoas em risco. Pois, sabe-se, no entanto, que todas as drogas podem causar danos no cérebro e outras partes do corpo, havendo também o risco de dependência.

O desenvolvimento da dependência depende de alguns fatores controláveis como o tipo de droga, o acesso a ela, a exposição precoce e/ou repetida, e fatores sociais; e não controláveis como a vulnerabilidade genética, doenças psiquiátricas, fragilidades pessoais. 

 

Quando o uso de drogas vira uma doença?

 

Quem usa uma droga por vezes desconhece que pode perder o controle, que pode ficar doente na ausência da droga, que pode vir a fazer mal para si ou para outras pessoas. Qualquer pessoa que usa uma droga, corre riscos. Um dos riscos mais importantes é de se tornar dependente. A dependência é uma doença grave pois modifica o modo que o dependente percebe o mundo, as pessoas e a sua relação com a droga. Além de perder o controle sobre o uso, deixando de ser apenas um usuário, o dependente químico também sofre com as consequências da droga no seu corpo. Estas consequências podem vir a se tornar doenças graves como o câncer, problemas cardíacos, hepáticos ou sintomas como impotência sexual, falta de energia ou vontade de suicidar.

 

 Mas afinal o que é ser dependente de uma droga?

 

Nem todo usuário é dependente, mas todo usuário corre o risco de se tornar dependente. 

O que caracteriza dependência a uma droga é:

  • A perda do controle do uso da droga, o dependente não consegue interromper ou uma vez que começa a usar não consegue controlar as quantidades de droga que usa. 
  • A substituição progressiva de atividades importantes como o lazer ou trabalho pelo uso da droga.
  • A persistência do uso da droga apesar das suas consequências negativas.
  • A presença de fissura, ou seja, uma vontade muito grande, quase incontrolável de usar a droga que pode aparecer a qualquer hora do dia ou da noite.

 

Se tornar dependente de uma droga é um processo que pode ser bastante rápido e depende muito do tipo de droga, da idade em que começa o uso e de uma propensão familiar (genética) de se tornar dependente. Drogas como o crack ou a heroína podem causar dependência desde os primeiros usos. Sabe-se que quanto mais cedo se começa a usar drogas, maior é a chance de se tornar dependente.

 

Fonte: www. crr.medicina.ufmg.br | https://drauziovarella.uol.com.br | https://www.minhavida.com.br

 

  Tags: #Nina #Psiquiatria #saude #dependenciaquimica  


Anemia

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: quarta-feira, 26 de junho de 2019    

A anemia é uma doença caracterizada pela diminuição de hemoglobina no sangue ou na produção de hemácias. Apesar de existirem diferentes tipos de anemias, os sintomas são bem parecidos. 

Tipos:
•    Anemia hereditária: está relacionada a alterações na fabricação genética dos glóbulos vermelhos.
•    Anemia adquirida: é provocada por carência de nutrientes, também pode ser causada por alterações na medula óssea ou enfermidades que tenham a anemia como possível consequência.
•    Anemia crônica: provocada por doenças de base, algumas hereditárias (talassemia e anemia falciforme, por exemplo) e outras adquiridas.
•    Anemia aguda: quando há perda expressiva e acelerada de sangue, o que pode acontecer nos acidentes, cirurgias, sangramentos gastrintestinais, etc.

Sintomas:
•    Apatia;
•    Dificuldade de concentração;
•    Dores de cabeça;
•    Dor no peito;
•    Falta de apetite;
•    Falta de ar;
•    Indisposição frequente;
•    Mãos e pés frios;
•    Palidez;
•    Pressão alta;
•    Sensação de cansaço generalizado;
•    Taquicardia;
•    Tonturas.
•    Cãibras musculares;

O tratamento para anemia é diretamente determinado pela doença de base que provocou a falta de produção ou a destruição das hemácias. Para prevenir a doença é necessário manter uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes essenciais para a natureza do organismo, como o ferro, vitamina A, vitamina B12 e zinco.
 

Fonte: www.drauziovarella.uol.com.br |  www.minhavida.com.br

  Tags: #Dib #clinicogeral #saude #anemia  


Da fisioterapia ao mundo fitness, bola de pilates é símbolo de bem-estar!

Autor: Dra. Maiara S. Pimentel,   Data Criação: segunda-feira, 21 de janeiro de 2019    

Ela vem em diversos tamanhos e cores. É macia e pode ser muito divertida de usar. E é versátil: melhora a flexibilidade e o tônus muscular, ajuda no desenvolvimento motor, é auxiliar no tratamento de sequelas de lesões neurológicas e tira o estresse do dia a dia. É a bola de pilates, que das clínicas de fisioterapia ganhou lugar cativo em academias e hoje é um dos símbolos da saúde e do bem-estar.

Como funciona?
Quando está apoiado sobre a bola de pilates, o corpo "recruta" muito mais músculos do que se estivesse sobre uma superfície dura e plana, como o chão. E isso acontece porque a bola é uma superfície instável, exigindo que façamos mais força para manter o equilíbrio. Essa instabilidade, é crucial para que seja exercitado o "core", o conjunto de músculos responsáveis pelo equilíbrio e postura. As atividades com a bola de pilates promovem o fortalecimento de músculos. Além dessas regiões, são mobilizados músculos como o assoalho pélvico, o diafragma, os laterais oblíquos (externos e internos) e os paravertebrais.

Entre os benefícios dessa mobilização muscular estão:

•    Melhora de postura
•    Diminuição de dores nas costas
•    Melhora da coordenação motora
•    Melhora da respiração
•    Estimulação do sistema circulatório
•    Melhor oxigenação do sangue
•    Fortalecimento dos órgãos internos
•    Aumento da concentração e etc.

Escolhendo a bola de pilates
A bola de pilates, capaz de suportar cerca de 300 kg de peso, é encontrada em tamanhos que variam de 45 a 85 cm de diâmetro. A escolha das dimensões da bola para a prática de exercício/terapia vai depender da altura, peso e condições posturais do aluno/paciente, bem como do objetivo do exercício. Dependendo de quem vai usá-la, a bola pode ser mais ou menos inflada: bolas mais rígidas são mais instáveis, porque há uma menor superfície de contato com o solo e, portanto, o objeto se movimenta com maior velocidade; as menos infladas, por sua vez, se movimentam mais lentamente por apresentarem maior contato com o solo, e são recomendadas para o começo de treinamento ou tratamento com alunos ou pacientes.

Fonte: https://g1.globo.com
 

  Tags: #fisioterapia #fisio #pilates #fitness #bemestar  


Nutrientes que melhoram a sua saúde bucal

  Data Criação: terça-feira, 15 de janeiro de 2019    

Sem dúvidas alguma que a saúde do organismo inicia-se pela boca, isso pode ser facilmente entendido de uma maneira bastante simples, que vai desde o que bebemos e nos alimentamos até da maneira que fazemos a higienização da gengiva, dos dentes e toda região bucal no transcorrer do dia. Quando o assunto é a alimentação, existem alguns nutrientes que fazem parte de uma dieta equilibrada, que consequentemente mantém os dentes e as gengivas cada vez mais resistentes. Dessa forma esses nutrientes contribuem para a saúde bucal em geral.


Quais são os nutrientes que favorecem a saúde bucal?
Esses nutrientes são bastante fáceis de encontrar em nossas refeições, desde que seja uma alimentação saudável, citaremos um pouco de cada nutriente separadamente, entre eles estão:


Vitamina D: Além de ser muito importante para nosso organismo, essa vitamina é essencial para absorver cálcio pelo corpo, favorecendo a saúde dos dentes.Essa vitamina encontra-se em: cogumelos, peixes, óleo de fígado de peixe, gemas de ovos, e derivados.


Cálcio: Esse nutriente além de melhorar o esmalte dentário, fortalece a raiz óssea que sustenta a arcada dos dentes. Além disso é essencial para elevar o pH bucal, diminuindo a sensibilidade e fragilidade dental pelos ácidos. O cálcio pode ser facilmente encontrado em iogurtes, queijos, sardinhas, gema de ovo, brócolis, espinafre, couve e entre outros.


Vitamina A: Esse nutriente é responsável pela manutenção dos tecidos gengivais e para a fabricação da camada, onde age protegendo o esmalte da arca dentária. A vitamina A pode ser facilmente encontrada em cenouras, óleo de peixe, espinafres, fígado, mamão, mangas e entre outros.


Você sabia que a água faz parte na contribuição para a melhora dos dentes?
Obviamente que todos conhecemos o poder que a água mantém sobre nosso organismo, porém esse nutriente não poderia ficar de fora dos melhores nutrientes para a nossa saúde bucal, não é mesmo? A água além de estimular a fabricação da saliva, auxilia no equilíbrio do pH da cavidade bucal, e protege a gengiva e os dentes. O ideal é consumir de 2 litros de água ao longo do dia. Evite açúcar refinado, doces, refrigerantes e adquira um sorriso saudável Para melhorar a saúde bucal, certamente devemos deixar alguns alimentos para trás. Pois quando ingerimos açúcar refinado, seu contato com as bactérias na região bucal, acontece uma fabricação de um ácido que facilita a diminuição do pH, que certamente irá causar a desmineralização da raiz dentária, ocorrendo a fabricação de cáries e lesões. O refrigerante, é causador de vários problemas, relacionados ao açúcar, pois além disso, em suas substancias, também possuem ácidos que prejudicam o esmalte bucal levando assim, a corrosão dentária. Sempre que possível evite-os.


Fonte: www.afolhahoje.com
 

  Tags: #odontologia #odonto #saudebucal #nutrientes #cuidadobucal  


Redes sociais X Depressão e solidão

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: segunda-feira, 07 de janeiro de 2019    

Diminuição do uso de redes sociais reduz depressão e solidão:

No primeiro estudo experimental sobre Facebook, Snapchat e Instagram, pesquisadora americana mostrou um nexo causal entre o tempo gasto nas plataformas e a diminuição do bem-estar. A ligação entre o uso de redes sociais e depressão tem sido discutida há anos, mas uma conexão causal nunca foi provada. Pela primeira vez, uma pesquisa da Universidade da Pensilvânia, baseada em dados experimentais, conecta o Facebook, Snapchat e o uso do Instagram à diminuição do bem-estar. A psicóloga Melissa G. Hunt publicou suas descobertas no "Journal of Social and Clinical Psychology".

Poucos estudos anteriores tentaram mostrar que o uso das redes sociais prejudica o bem-estar dos usuários, e aqueles que tentaram colocaram os participantes em situações irreais ou tinham escopo limitado, pedindo que os participantes abandonassem completamente o Facebook ou confiando em dados de autorrelato, por exemplo."Nós nos propusemos a fazer um estudo muito mais abrangente e rigoroso, que fosse também mais ecologicamente válido", diz Hunt, diretora de treinamento clínico do Departamento de Psicologia da Universidade da Pensilvânia. Para esse fim, a equipe de pesquisa projetou sua experiência para incluir as três plataformas mais populares entre alunos de graduação e coletou dados de uso automaticamente rastreados pelos iPhones através aplicativos ativos, não aqueles que trabalham plano de fundo.

O estudo
Cada um dos 143 participantes completou uma pesquisa para determinar o humor e o bem-estar no início do estudo, além de fotos compartilhadas de suas telas de bateria do iPhone para oferecer uma semana de dados de redes sociais básicos. Os participantes foram então aleatoriamente designados para um grupo de controle, no qual os usuários mantiveram seu comportamento típico de uso de redes sociais, ou um grupo experimental que limitou o tempo no Facebook, Snapchat e Instagram para 10 minutos por plataforma por dia. Durante as três semanas seguintes, os participantes compartilharam capturas de tela da bateria do iPhone para dar aos pesquisadores as estatísticas semanais de cada indivíduo. Com esses dados em mãos, Hunt analisou sete medidas de desfecho, incluindo medo de estar perdendo algo, ansiedade, depressão e solidão.

Usar menos redes sociais do que você normalmente usa levaria a reduções significativas tanto na depressão quanto na solidão. Esses efeitos são particularmente pronunciados para as pessoas que estavam mais deprimidas quando entraram no estudo
— Melissa G. Hunt, autora do estudo

Hunt salienta que as descobertas não sugerem que os jovens de 18 a 22 anos parem completamente de usar as redes sociais. Na verdade, ela construiu o estudo justamente para evitar o que considera uma meta irrealista. O trabalho, no entanto, fala com a ideia de que limitar o tempo de tela nesses aplicativos não prejudica. "É um pouco irônico que reduzir seu uso de redes sociais na verdade faça você se sentir menos solitário", diz ela. Mas quando ela se aprofundou um pouco mais, percebeu que as descobertas fazem sentido.

Algumas das publicações existentes sobre redes sociais sugerem que há uma enorme quantidade de comparação social que acontece. Quando você olha para a vida de outras pessoas, particularmente no Instagram, é fácil concluir que a vida de todos é mais legal ou melhor que a sua.
— Melissa G. Hunt, autora do estudo

Como esse trabalho em particular apenas analisou o Facebook, o Instagram e o Snapchat, não está claro se ele se aplica amplamente a outras plataformas de rede social. Hunt também hesita em dizer que essas descobertas se repetem para outros grupos etários ou em contextos diferentes. Essas são perguntas que ela ainda espera responder, incluindo um estudo sobre o uso de aplicativos de namoro por estudantes universitários. Apesar dessas ressalvas, e embora o estudo não tenha determinado o tempo ideal que os usuários devem gastar nessas plataformas ou a melhor maneira de usá-los, Hunt diz que as conclusões oferecem duas conclusões relacionadas que não poderiam prejudicar nenhum usuário de rede social.

Por um lado, reduzir as oportunidades de comparação social, diz ela. "Quando você não está ocupado sendo sugado pelas redes sociais do clickbait, você está gastando mais tempo em coisas que são mais propensas a fazer com que você se sinta melhor sobre sua vida." Em segundo lugar, acrescenta, porque essas ferramentas vieram para ficar, cabe à sociedade descobrir como usá-las de maneira a limitar os efeitos prejudiciais. "Em geral, eu diria, desligue o celular e fique com as pessoas da sua vida."

Fonte: https://g1.globo.com/

  Tags: #psicologia #psico #pesquisa #estudo #depressao #solidao #redessociais  


Doenças respiratórias comuns durante o verão

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: quinta-feira, 03 de janeiro de 2019    

Sol, calor, praia, piscina e bebida gelada. Esses fatores representam a chegada da estação mais quente do ano, o verão. Portanto, para algumas pessoas, o que vem junto às altas temperaturas são, na verdade, rinite e crises de asma. Para evitar o desconforto e aproveitar os dias de sol da melhor maneira é importante seguir algumas dicas essenciais.


Rinite
Nessa época do ano, são comuns viagens para casas de veraneio que estão há muito tempo fechadas e acumulam, principalmente em lençóis, cobertas e estofados, uma camada de poeira e ácaros. Por essa razão, é muito importante que ao chegar nestes locais, seja feita uma limpeza com o objetivo de eliminar esses agentes causadores. Para isso, é aconselhado usar aspirador de pó e panos úmidos, que evitam suspender as partículas de poeira no ar.


Asma
O uso de ar condicionado, intensificado nessa época do ano, pode provocar um aumento no número de crises, já que torna as variações de temperatura mais frequentes e bruscas, aumentando as chances de inflamação dos brônquios. “O ideal é que o uso do ar condicionado seja controlado evitando temperaturas abaixo de 22 graus. Os equipamentos de ar condicionado devem ser higienizados no mínimo uma vez por ano para prevenir contaminação com microorganismos e acumulo de mofo e poeira”, explica o pneumologista, doutor Frederico Fernandes.
Além do ar condicionado, os pacientes com asma também podem apresentar mais crises em por conta do aumento da atividade física, principalmente aqueles que estão descondicionados. “Isso acontece porque com o exercício, há o aumento da frequência respiratória, o que pode causar broncoespasmos esforço-induzido", explica o pneumologista. Atividade física é muito importante e fundamental no controle da asma, mas devem ser respeitados os limites individuais e um médico deve ser consultado para evitar e tratar essas crises. 


Vale lembrar que um bom controle dessas doenças vai além da erradicação de agentes causadores de crises. É preciso se alimentar bem, praticar atividades físicas respeitando suas limitações, se consultar regularmente com o especialista e, principalmente no verão, controlar a exposição ao sol e calor. “O tratamento contínuo voltado para o controle da doença também é muito importante. Não bastar usar a medicação apenas quando se tem a crise”, reforça o especialista.


Fonte: https://www.folhavitoria.com.br
 

  Tags: #saude #verao #calor #doençasrespiratorias #rinite #asma  


Saúde bucal das crianças

  Data Criação: sexta-feira, 30 de novembro de 2018    

Cuide bem dos dentes de leite de seu filho. Apesar de caírem logo, eles desempenham um papel importante, ajudando seu filho a morder e mastigar alimentos e a desenvolver a fala corretamente. Dentes de leite também guardam o espaço para dentes permanentes e auxiliam a guiá-los ao lugar correto. Mesmo antes de seu filho ter seu primeiro dente, você deve limpar a gengiva dele com um massageador de gengiva, com uma gaze limpa umedecida ou com um pano úmido. Assim que os dentes de seu filho nascerem, escove-os três vezes ao dia, utilizando uma escova de dente com cerdas macias e água. Abaixo dos dentes de leite de seu filho, as raízes e a posições dos dentes definitivos estão sendo fixadas.

Pesquisas mostram que crianças que desenvolvem cárie em seus dentes de leite são mais propensas a desenvolver cárie quando adultas. Portanto, certifique-se de levar seu filho a um dentista para uma consulta. É importante manter os dentes de leite de seu filho limpos, mas assim que os dentes permanentes começam a nascer, a escovação deles deverá ser prioridade, afinal, esses dentes durarão o resto da vida. É claro que os dentes de leite são suscetíveis às mesmas condições e danos que os dentes definitivos sofrem. Se seu filho possui um risco elevado de ter cárie, é hora de diminuir lanches que são ricos em carboidrato, como biscoitos e batatas fritas, e bebidas açucaradas. Lembre-se de que oferecer a seu filho uma mamadeira com bebidas doces muitas vezes ao dia, ou permitir que seu filho vá dormir com uma mamadeira durante a noite pode trazer danos aos seus dentes de leite.

Muitas das mesmas opções de tratamento e avaliação que os adultos possuem ao seu alcance também estão disponíveis para crianças. Elas incluem radiografias, selantes dentários, tratamentos ortodônticos e muito mais.


Escovando e passando o fio dental 
Utilize uma pequena quantidade de creme dental fluoretado (próximo do tamanho de um grão de arroz). Assim que houver dois dentes um ao lado do outro, passe fio dental entre eles uma vez ao dia. Você pode utilizar fios dentais comuns ou suportes plásticos especiais para fio dental. Em algum momento, seu filho desejará escovar seus dentes por conta própria. Deixe-o tentar. Mas, depois, você deve escovar os dentes de seu filho uma segunda vez. A maioria das crianças não consegue escovar bem seus próprios dentes antes de completar oito anos de idade.


Nutrição
Aquilo que seu filho come é tão importante para dentes saudáveis quanto a frequência com que seu filho se alimenta. Lanches muito frequentes podem aumentar o risco de cárie. A cárie pode se desenvolver quando alimentos contendo açúcar são mantidos na boca por muito tempo. As bactérias que vivem nos dentes se alimentam desses resíduos de comida, produzindo um ácido que desmineraliza o esmalte do dente. Entre refeições ou lanches, a saliva lava o ácido. Se seu filho está sempre comendo, não haverá tempo para que o ácido seja lavado. Quando as pessoas pensam em açúcar, lembram-se do açúcar branco encontrado em balas e confeitarias, mas todos os alimentos que contêm carboidratos irão, no final das contas, serem quebrados até a forma de açúcares.


Consultas odontológicas
Pais de primeira viagem normalmente se perguntam: "quando meu filho deve ir pela primeira vez ao dentista?” Seu filho deve ir a um dentista em uma época próxima a seu primeiro aniversário. A ideia de visitas precoces ao dentista ainda é surpreendente para muitos pais de primeira viagem. No entanto, estudos mostraram que crianças em idade pré-escolar estão apresentando mais cárie.


Perdendo os dentes de leite: 
Em média, as crianças começam a perder seus dentes de leite quando têm cerca de seis ou sete anos de idade. Caso seu filho perca seus dentes antes ou após este momento, fique tranquilo, isso não significa que há algo de errado com ele. A maioria das crianças perde seus dentes na mesma ordem em que vieram. Por exemplo, eles perdem o dente central inferior primeiro.


Ortodontia desde cedo
As crianças de hoje tendem a colocar aparelhos ortodônticos bem mais cedo que no passado. Alguns pacientes começam o tratamento ortodôntico assim que atingem os seis anos de idade, pois é mais ou menos quando os dentes permanentes começam a nascer e os problemas ortodônticos se tornam aparentes. Já que a mandíbula da criança ainda está crescendo, esse é o momento ideal para corrigir um problema. Dentes permanentes necessitam de limpeza e de uso de fio dental regulares, e os dentistas recomendam seguir essa rotina após cada refeição. Quando você começa a cuidar dos dentes permanentes de seu filho, você precisará escovar e passar o fio dental em seus dentes até que ele fique um pouco mais velho. Use creme dental e uma escova de dentes projetada para crianças, que possui cerdas mais macias para não machucar os dentes e gengiva de seu filho. Quando uma criança atinge cerca de seis anos de idade, seus dentes começarão a amolecer. Também é necessário tomar cuidado com a cárie. Aquilo que seus filhos comem, bem como a frequência com que o fazem, pode ter um impacto enorme em sua saúde bucal. Aqui vão algumas dicas de lanches e refeições: Dê aos seus filhos lanches saudáveis, como frutas frescas, vegetais e queijos. Compre alimentos sem açúcar ou não adoçados. Ofereça alimentos com açúcar e amido como parte de uma refeição, e não em um lanche. A maior parte das crianças bebe líquidos durante a refeição. Isso limpa os dentes, tirando os resíduos de alimento. Estimule crianças a beber água durante e após suas refeições. Ofereça menos lanches durante o dia. Após o lanche de seu filho, seus dentes devem ser escovados. Se isso não for possível, faça seu filho enxaguar a boca com água várias vezes. Ao mascar um chiclete, escolha uma goma adocicada com xilitol ou sem açúcar.


Fonte: www.colgate.com.br
 

  Tags: #odontologia #odonto #saudebucal #criancas #dentedeleite  


Obesidade

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: quinta-feira, 29 de novembro de 2018    

A obesidade é uma doença caracterizada pelo excessivo acúmulo de gordura corporal e normalmente está associada a problemas de saúde, comprometendo ainda mais o estado do indivíduo. A obesidade é um fator de risco para várias doenças dentre as quais podemos citar: câncer, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, doenças cerebrovasculares, apneia do sono, osteoartrite e diabete Melittus tipo dois.
O aumento do peso corporal é uma tendência mundial. Nos Estados Unidos, por exemplo, 35% da população (algo feito 97 milhões de pessoas!) estão acima do peso. O Brasil, apesar de ser um país muito mais pobre, segue a mesma tendência, aqui já há 40% de pessoas com peso acima do normal. É na faixa mais pobre da população que este número mais cresce.
O diagnóstico é feito através do cálculo de índice de massa corporal (IMC), método mundialmente difundido e criado por Adolphe Quételet, que consiste em dividir o peso do indivíduo (em quilogramas) pelo quadrado de sua altura (em metros). IMC menor a 18,5 corresponde a pessoas com peso abaixo do normal, entre 18,5 e 24,9 é tido como peso normal, entre 25 e 29,9 representa pessoas com peso acima do normal, entre 30 e 30,9 a pessoa está obesa e quando o IMC é maior do que 40 considera-se a pessoa portadora de obesidade mórbida.
Há várias causas para o surgimento da obesidade dentre as quais podemos citar: predisposição genética, dietas ricas em gordura, falta de exercícios físicos e alterações endócrinas (hipotireoidismo, por exemplo).
O tratamento inclui a reeducação alimentar, que consiste em consumir alimentos menos calóricos, maior ingestão de alimentos ricos em fibras e respeito aos horários das refeições. Este procedimento pode requerer suporte psicológico e auxílio por parte da família. Outra medida adotada é o início de atividades físicas visando gastar a energia acumulada do organismo na forma de gordura. A atividade física diminui o apetite e melhora a autoestima. Depois de verificar se a pessoa está em condições adequadas de saúde para a prática de exercícios, o ideal é que ela caminhe 50 minutos quatro vezes por semana.


Tratamento de Obesidade
Como a obesidade é provocada por uma ingestão de energia que supera o gasto do organismo, a forma mais simples de tratamento é a adoção de um estilo de vida mais saudável, com menor ingestão de calorias e aumento das atividades físicas. Essa mudança não só provoca redução de peso e reversão da obesidade, como facilita a manutenção do quadro saudável.


Medicamentos
A utilização de medicamentos contribui de forma modesta e temporária no caso da obesidade, e nunca devem ser usados como única forma de tratamento. Boa parte das substâncias usadas atuam no cérebro e podem provocar reações adversas graves, como: nervosismo, insônia, aumento da pressão sanguínea, batimentos cardíacos acelerados, boca seca e intestino preso. Um dos riscos mais preocupantes dos remédios para obesidade é o de se tornar dependente. Por isso, o tratamento medicamentoso da obesidade deve ser acompanhado com rigor e restrito a alguns tipos de pacientes.


Complicações possíveis
Pessoas com obesidade têm maior probabilidade de desenvolver doenças como pressão alta, diabetes, problemas nas articulações, dificuldades respiratórias, gota, pedras na vesícula e até algumas formas de câncer.


Convivendo/ Prognóstico
Cuidados
Não deposite as esperanças do tratamento da obesidade apenas no medicamento ou cirurgia, pois o resultado depende principalmente das mudanças nos hábitos de vida (dieta e atividade física)
•    Com o tempo o medicamento para obesidade pode passar a perder o efeito. Se isso ocorrer, consulte seu médico e nunca aumente a dose por conta própria
•    Existem muitas propagandas irregulares de medicamentos para emagrecer nos meios de comunicação, por isso não acredite em promessas de emagrecimento rápido e fácil
•    Não compre medicamentos para obesidade pela internet ou em academias de ginástica, pois muitos não são autorizados pelo Ministério da Saúde e podem fazer mal a quem utiliza
•    Clínicas e consultórios não podem vender medicamentos para obesidade. O paciente tem a liberdade de escolher a farmácia de sua confiança para comprar ou manipular o medicamento prescrito
•    Fórmulas de emagrecimento com várias substâncias misturadas são proibidas pelo Ministério da Saúde e já provocaram mortes.


A prevenção se dá através do estímulo, desde cedo, para que a criança aprenda a ter uma dieta balanceada e sem excessos. A prática de exercícios também deve ser incentivada.


Fonte: saude.to.gov.br
 

  Tags: #obesidade #pesocorporal #cuidados #tratamento  


Ansiedade e estilo de vida: quais hábitos podem melhorar nossa saúde mental?

Autor: Dra. Luciana Aparecida da Paixão Gorenstein,   Data Criação: quarta-feira, 14 de novembro de 2018    

"Mude alguns hábitos e fique livre da ansiedade". É provável que você já tenha visto essa promessa em algum artigo compartilhado nas redes sociais ou em revistas. Deixar o celular um pouco de lado, fazer exercício físico e parar de procrastinar são algumas delas, mas quais hábitos funcionam, na visão de psicólogos e psiquiatras?


O que é ansiedade?
O Brasil é o país com maior taxa da população com transtorno de ansiedade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS): 9,3% dos brasileiros passam por esse problema.  Biologicamente, a ansiedade é importante porque nos mantêm alertas. Ela é uma reação do corpo ao medo. Já o transtorno surge quando esse medo é irreal, ocupa grande parte dos pensamentos da pessoa e atrapalha o dia a dia. A psicóloga Eliana Melscher define o estado de ansiedade como um "modo de ativação à ameaça", que leva as pessoas a focarem nesses estímulos que podem ser ameaçadores. Isso, então, gera respostas fisiológicas.
Na explicação do psiquiatra Rodrigo de Almeida, mestre em Medicina pela Santa Casa de São Paulo e diretor do núcleo paulista de especialidades médicas, a ansiedade "normal" é uma "sensação desagradável relacionada a pensamentos orientados para o futuro". Ela torna-se patológica quando foge do controle.
Já Marcos Alexandre de Medeiros, psicólogo e professor na Pontifícia Universidade Católica PUC-SP, ressalta o aspecto de punição do pensamento ansioso. "A base da ansiedade é uma punição inevitável e algo que sinalize ela. Por exemplo: uma aula de matemática que tem um professor bravo, agressivo. O aluno pode ter ansiedade antes da aula porque pode acontecer algo ruim".
Para lidar com a ansiedade, o caminho, de acordo com o psicólogo, é transformar esses sentimentos punitivos. Enquanto isso, as mudanças de hábito podem ajudar nesse enfrentamento, mas não são suficiente sozinhas.


Procrastinar cria ansiedade?
Evitar os afazeres pode realmente causar mais ansiedade. De acordo com o professor do curso de Psicologia da PUC-SP Marcos Alexandre de Medeiros, isso acontece porque o acúmulo de coisas pendentes pode estimular o medo da punição. Para o psicólogo especializado em Terapia Cognitivo Comportamental Luiz Ricardo Gonzaga, a dica para escapar disso é focar na motivação. "Às vezes a procrastinação vem de uma crença de que tudo deve ser feito com um padrão. Aí, ela evita. E a evitação gera acumulação. Checar o quanto é importante fazer aquilo e fragmentar a tarefa em partes pequenas é o ideal. Essa estratégia é benéfica porque pequenas conquistas geram motivação para a pessoa." O psiquiatra Almeida destaca que esse hábito faz com que a pessoa tenha menos tempo para resolver uma questão e isso gera mais ansiedade. "Se eu preciso entregar um trabalho e procrastino, vai vir a sensação de ansiedade para eu fazer aquele trabalho. Quanto menos eu me dedicar a isso, menos tempo eu vou ter para concluí-lo. De antes desse tempo menor, vai aumentando a ansiedade. Quanto menos procrastinar, menos ansiedade vai ter".


Exercícios de respiração funcionam?
Essa dica tem ganhado cada vez mais espaço no aconselhamento médico e psicológico. Para Rodrigo de Almeida, exercícios de respiração, meditação e ioga são métodos altamente competentes para alcançar um efeito ansiolítico. "Estudos mostram que há mudanças no funcionamento dos neurônios e aumento de melatonina, substância que ajuda no sono. Eles também têm efeitos antidepressivos, aumentando os níveis de ocitocina e reduzindo o cortisol, que é o hormônio do estresse."


Evitar o estresse com coisas pequenas é bom?
Aceitar tudo aquilo que não é controlável é uma das orientações que o psicólogo Gonzaga dá. Para ele, na medida em que a pessoa se preocupa com coisas pequenas, acontece um acúmulo e uma "ruminação" do assunto. Portanto, esse hábito pode ajudar a diminuir a ansiedade. "É necessário também olhar como um observador para o problema. Quando a gente está imerso no problema, não conseguimos saber se ele é pequeno ou grande", alerta o especialista.


Programar menos tarefas para o dia funciona?
Se organizar e priorizar tarefas é uma dica do senso comum, mas que faz sentido para os psicólogos. Luiz Ricardo Gonzaga diz que é importante ressaltar que nem todos os ansiosos tem seu estado quando estão sobrecarregados. "Tem pessoas que fazem mil coisas e são muito funcionais. Outras quanto mais tem tarefas, mais ficam ansiosas. Colocá-las [as tarefas] em ordem de prioridade pode ser melhor. Se a pessoa trabalhar e não gerenciar o que é o mais importante, tudo fica urgente. Aí, ela pode entrar em um ciclo de ansiedade que vai se retroalimentando", explica. De acordo com Eliana Malscher, psicóloga e coordenadora do Centro de Estudos em Terapias Cognitivo-Comportamentais, a organização é importante para garantir tempo de lazer. "Com organização na vida, a pessoa consegue realizar as coisas com menos ansiedade. Eu acho muito importante que ela se organize para ter momentos de lazer e possa relaxar".


Abandonar o café, cigarro e o álcool diminui a ansiedade?
Estimulantes como café e chá preto geram ansiedade, mas drogas que são consideradas calmantes, como cigarro e álcool também podem deixar a pessoa ansiosa em caso de abstinência.
"Em linhas gerais, os estimulantes agravam a ansiedade. É um erro, por exemplo, o psicólogo servir café antes de uma consulta. O cigarro é um 'remédio contra a ansiedade'. Ele é um calmante, mas na abstinência de uma droga costuma aparecer sintomas oposto dela", explica o psicólogo Medeiros.


O excesso de uso do celular deixa as pessoas mais ansiosas?
Não é o tempo de uso do celular que gera ansiedade, mas o que a pessoa faz ali. Para Medeiros, o alto tempo de uso pode sinalizar que a pessoa passa por um "esvaziamento da vida real" e assim começa a focar em relações virtuais: "O que pode gerar ansiedade é o que ela está fazendo no celular. Se ela tem contato com coisas agressivas, estressantes e intensas. Nenhuma ação por si só vai trazer ansiedade. O que vai trazer ansiedade é uma relação entre a ação da pessoa e ela ser seguida por punição inevitável".O psiquiatra Almeida destaca que a medicina ainda não está "entendendo" a relação entre corpo, mente e tecnologia, mas já existem casos de dependência de telefone celular. Na abstinência dele, a ansiedade pode surgir."Algumas pessoas muito ansiosas ficam sempre olhando notícias no celular e isso teria um efeito calmante. É como se isso as desligasse de questões internas e as jogasse no mundo objetivo. Mas o uso de tecnologia pode causar ansiedade de separação no caso de quem já tem dependência de tecnologia", explica.

Fonte: https://emais.estadao.com.br

  Tags: #psicologia #psico #ansiedade #mudancadehabitos  


Gengivite

  Data Criação: sexta-feira, 26 de outubro de 2018    

Gengivite 

A gengivite é uma doença que apresenta inflamação das gengivas.
•    A gengivite resulta, na maioria das vezes, de uma escovação e limpeza com fio dental inadequadas, mas pode resultar de distúrbios médicos ou do uso de certos medicamentos.
•    As gengivas ficam vermelhas e inflamadas e sangram facilmente.
•    O diagnóstico normalmente se baseia no exame das gengivas pelo médico.
•    Uma boa higiene oral, limpezas profissionais frequentes, e nutrição adequada, geralmente elimina a gengivite, e alguns enxaguantes bucais podem ajudar.

A gengivite é uma doença muito frequente que causa vermelhidão e inflamação das gengivas, que sangram com facilidade. A gengivite causa pouca dor na sua fase inicial e, por isso, pode passar despercebida. No entanto, uma gengivite sem tratamento pode converter-se em periodontite, uma doença mais grave das gengivas que pode ter como consequência a perda dos dentes. A gengivite é dividida em duas categorias:
•    Gengivite devido a placa
•    Gengivite não devido a placa

 

Gengivite devido a placa


Quase todas as gengivites resultam de placa dental (uma substância como uma película composta principalmente de bactérias). De longe, a causa mais comum é

•    Forma inadequada de escovar e utilizar o fio dental
Sem uma escovação adequada, a placa permanece na linha gengival dos dentes. Além disso, a placa bacteriana acumula-se dentro das obturações defeituosas e à volta dos dentes próximos de dentaduras postiças parciais pouco limpas, pontes e aparelhos ortodônticos. Quando a placa bacteriana permanece nos dentes mais de 72 horas, solidifica-se sob a forma de tártaro (cálculo), que não é totalmente eliminado através da escovação e da utilização de fio dental.

A placa irrita as gengivas e causa inflamação (gengivite). As gengivas têm aparência avermelhada, em vez de ter um rosado saudável. Elas se inflamam e se tornam maleáveis, em vez de firmes e compactas ao redor dos dentes. Além disso, as gengivas podem sangrar com facilidade, sobretudo durante a escovação ou durante a alimentação. Geralmente as pessoas não têm dor.

É possível evitar a gengivite induzida pela placa bacteriana através de uma boa higiene oral: escovação e utilização do fio dental todos os dias. Alguns enxaguantes bucais também servem para controlar a placa bacteriana. Uma vez formado, o tártaro só pode ser eliminado por um dentista ou higienista dental. Normalmente, as pessoas precisam de limpezas profissionais a cada 6 ou 12 meses. No entanto, as pessoas com má higiene oral, problemas de saúde que podem levar à gengivite, ou uma tendência a desenvolver a placa mais rapidamente do que o necessário podem necessitar de limpezas profissionais com mais frequência (a cada 2 semanas ou a cada 3 meses). Devido à sua excelente irrigação, as gengivas saram rapidamente depois de se eliminar o tártaro e a placa bacteriana, se os dentes forem escovados com cuidado e se for utilizado o fio dental.

Além da má higiene oral, a gengivite devido a placa também pode ser iniciada ou agravada por:
•    Medicamentos
•    Carência vitamínica
•    Alterações hormonais
•    Leucemia

 

Gengivite devido a medicamentos

Alguns medicamentos podem causar um crescimento de tecido nas gengivas (hiperplasia), dificultando a eliminação da placa bacteriana e, muitas vezes, provocando gengivite. Alguns exemplos de medicamentos que podem causar tal crescimento são a fenitoína (utilizada para controlar as convulsões), a ciclosporina (administrada às pessoas que foram submetidas a um transplante de órgãos) e os bloqueadores dos canais de cálcio, como o nifedipino (que é administrado para controlar as alterações da pressão arterial e da frequência cardíaca). Os contraceptivos orais ou injetáveis também podem contribuir para o agravamento da gengivite, tal como a exposição ao chumbo, ao bismuto (muito utilizado nos cosméticos) ou a outros metais pesados como o níquel (usado em joias).

 

Gengivite devido a carência vitamínica

As carências vitamínicas podem causar gengivite, embora raramente. A deficiência de vitamina C (escorbuto) pode dar lugar à inflamação e à hemorragia nas gengivas. Podem surgir pontos vermelhos ou roxos e lesões na boca.

A deficiência de niacina (pelagra) também é causa de inflamações e hemorragias nas gengivas e aumenta a predisposição para algumas infecções orais, como a candidíase oral ou a inflamação da língua (glossite). Além disso, os lábios ficam vermelhos e rachados, a língua fica lisa e vermelho brilhante, e a língua e o revestimento da boca podem ter feridas.

Essas deficiências são raras nos Estados Unidos.
Visando a tratar as carências de vitamina C e niacina, pode ser útil a administração de suplementos de vitamina C e niacina, juntamente com uma dieta rica em fruta e legumes e verduras frescos.

 

Gengivite devido a alterações hormonais

A gravidez pode piorar uma gengivite leve, especialmente devido a alterações hormonais. Algumas mulheres grávidas podem contribuir inadvertidamente para o problema, ao descuidar a sua higiene oral, o que é frequente devido aos enjoos (enjoo matinal) e fadiga. Durante a gravidez, uma irritação menor, muitas vezes uma concentração de tártaro ou um dente restaurado com extremidades ásperas, pode causar um inchaço mole, avermelhado, com aspecto de um caroço formado no tecido da gengiva, denominado epúlide da gravidez. O tecido inchado sangra com facilidade, se existir uma ferida, e pode dificultar a alimentação.

Se uma mulher grávida descuida a higiene oral por causa dos enjoos matinais e/ou fadiga, o dentista pode sugerir outras formas de limpar os dentes e as gengivas, sem piorar as náuseas. A escovação suave sem pasta de dentes, ou até mesmo enxágues com água salgada após a escovação, pode ajudar. A incômoda epúlide da gravidez pode ser extraída cirurgicamente. Não obstante, tais tumores tendem a reproduzir-se durante e mesmo após a gravidez.
A menopausa pode causar gengivite descamativa, uma doença dolorosa e pouco conhecida que ocorre mais comumente em mulheres no período após a menopausa. Nessa doença, as camadas exteriores das gengivas sangram facilmente e separam-se do tecido subjacente, deixando a descoberto as terminações nervosas. Por conseguinte, as gengivas ficam tão frágeis que essas camadas podem libertar-se ao esfregá-las com algodão ou, simplesmente, com o estímulo do ar de uma seringa odontológica.

 

Gengivite devido a leucemia

A leucemia pode causar gengivite. De fato, a gengivite é a primeira manifestação da doença em cerca de 25% das crianças afetadas pela leucemia. Uma infiltração de células da leucemia dentro das gengivas causa a gengivite, que piora devido à incapacidade em combater a infecção. As gengivas ficam inchadas, doloridas e vermelhas e sangram facilmente. Muitas vezes, a hemorragia persiste durante vários minutos, visto que o sangue não coagula com normalidade nas pessoas com leucemia. Com menos frequência, o câncer pode se formar no tecido da gengiva e se espalhar para nódulos linfáticos.
Para evitar hemorragias no caso de uma gengivite causada pela leucemia, em vez de uma escova e de fio dental, deve ser utilizada gaze ou uma esponja para limpar suavemente os dentes e as gengivas. O dentista pode prescrever um enxaguante bucal de clorexidina para controlar a placa bacteriana e evitar as infecções da boca. Uma boa higiene dentária restabelecerá a saúde das gengivas quando a leucemia estiver em fase de remissão (mediante evidências de extinção do câncer).

 

Gengivite não devido a placa

Gengivite não causada por placa ocorre em uma pequena porcentagem de pessoas. As causas incluem infecções, alergias, distúrbios e lesões.

 

Gengivite devido a infecções

As infecções virais podem causar gengivite. A gengivoestomatite herpética aguda é uma infecção viral dolorida das gengivas e de outras partes da boca causada pelo vírus do herpes. A infecção torna as gengivas vermelhas e brilhantes, fazendo com que muitas lesões pequenas brancas ou amareladas apareçam dentro da boca.

A gengivoestomatite herpética aguda pode melhorar sem tratamento em 2 semanas. A limpeza intensiva não ajuda, de modo que os dentes devem ser escovados com suavidade, enquanto a infecção for dolorida. Os dentistas podem recomendar um enxaguante bucal anestésico para aliviar o desconforto sentido ao comer ou beber.

As infecções fúngicas também podem causar gengivite. É comum o crescimento de fungos na boca em quantidades muito reduzidas. O número de fungos na boca pode aumentar, devido ao uso frequente de antibióticos ou a uma alteração geral da saúde. A candidíase é uma infecção micótica na qual o crescimento excessivo de fungos, sobretudo Candida albicans, forma uma placa branca ou vermelha que irrita as gengivas. Essas placas também cobrem a língua e os cantos da boca e, quando se limpa, deixam uma superfície sanguinolenta.

Gengivite devido a um dente impactado (pericoronite)
A gengivite pode aparecer nas gengivas à volta da coroa de um dente impactado (aquele que ainda não saiu completamente). Nessa doença, denominada pericoronite, a gengiva inflama-se por cima do dente que ainda não saiu completamente. O tecido da gengiva sobre o molar que surgiu parcialmente pode reter líquidos, restos de comida e bactérias.

A pericoronite é mais frequente ao redor dos dentes do siso (terceiros molares), especialmente nos dentes do siso inferiores. Se um molar do siso superior irromper antes do inferior, pode morder esse tecido, aumentando a irritação. Desse modo, podem desenvolver-se infecções que se propagam à garganta ou à bochecha. O tecido desaparece depois que o dente tiver irrompido inteiramente.

Fonte: https://www.msdmanuals.com

  Tags: #Gengivite #Cuidados #Odontologia #BemEstar  


O que fazer para acabar com a insônia?

Autor: Dr. Dib Mohamad Nabhan Jr,   Data Criação: terça-feira, 23 de outubro de 2018    

A insônia é um distúrbio do sono que causa dificuldade para adormecer ou para permanecer dormindo, podendo surgir de forma esporádica ou se ser frequente. Esta situação é mais comum em períodos de estresse, podendo também estar associada a doenças, como a depressão, ou estar associada a situações como gravidez, menopausa ou na terceira idade, períodos que causam modificações na fisiologia do organismo. 

Para tratar a insônia, é muito importante adotar bons hábitos para reeducar o corpo a adormecer no momento certo, chamados de terapia de higiene do sono, como evitar assistir televisão ou olhar o celular na hora de dormir, evitar deitar cada dia em um horário diferente e praticar exercícios físicos durante o dia, por exemplo. Além disso, existem remédios naturais, como chá de maracujá ou camomila, que podem ser usados para facilitar o sono. 

Já os remédios de farmácia para dormir, como Diazepam ou Clonazepam, por exemplo, devem ser evitados, pelo seu risco de dependência e de efeitos colaterais, como quedas, devendo ser usados somente sob indicação médica.

Causas mais comuns
As causas da insônia podem estar relacionadas ao estresse, ansiedade e até mesmo ao consumo excessivo de alimentos estimulantes, como o café. Outras causas comuns da insônia incluem:
•    Depressão;
•    Alterações hormonais, como na menopausa. Saiba o que causa e como vencer a insônia na menopausa;
•    Uso de drogas ilícitas;
•    Uso prolongado de remédios para dormir;
•    Não ter bons hábitos de sono, como não respeitar o horário de dormir e acordar;
•    Síndrome do Jet Lag ou da mudança dos fusos horários;
•    Mudanças contínuas de horários, como ocorre com profissionais que trabalham por turnos;
•    Envelhecimento, pois os idosos estão mais propensos a alterações do sono e dificuldades para dormir. Conheça as formas de combater a insônia na 3ª idade para dormir melhor;
•    Doenças, como, por exemplo, a fibromialgia, que gera dor por todo o corpo sem justificativa aparente, causando cansaço.
O diagnóstico da insônia deve ser feito através da avaliação pelo médico do padrão de sono, do uso de medicamentos, grau de estresse psicológico, consumo de álcool e o nível de atividade física. Deve ser baseado nas necessidades individuais porque a necessidade de horas de sono não é igual para todos.


Como tratar

1. Tratamento natural
O tratamento natural para insônia pode ser feito com a ingestão de um chá calmante, como maracujá, hipericão, tilia ou camomila, por exemplo, pois são plantas medicinais possuem propriedades calmantes que vão ajudar a dormir melhor.

O chá de tilia é feito adicionando-se 2 colheres de sopa de tília para 2 xícaras de água fervente, tampar e beber cerca de 2 a 3 xícaras por dia quando morno. Para fazer o chá de camomila, deve-se acrescentar 1 colher de sopa de flores secas de camomila em 1 xícara e adicionar água fervente e quando morno, beber.
Além disto, é possível utilizar remédios fitoterápicos naturais, como a Valeriana, que tem ação sedativa e analgésica. Veja outras opções de Remédios naturais e receitas para combater a insônia.

2. Terapia de higiene do sono
Esta é a forma principal e mais efetiva de tratar a insônia, e consiste em adotar hábitos que facilitam o adormecimento. Alguns exemplos são:
•    Deitar-se e levantar-se sempre ao mesmo horário;
•    Evitar dormir durante o dia;
•    Não assistir televisão, mexer em celulares, computadores ou tablets 1-2 horas antes de dormir;
•    Evitar ficar na cama ao longo do dia ou fazer atividades diversas como estudar, ler ou mexer no celular;
•    Evitar luzes ou barulhos excessivos no quarto;
•    Preferir atividades físicas durante o dia;
•    Comer alimentos leves antes de dormir. Confira quais são os alimentos indicados para insônia e o que evitar.
Além disto, também pode ser recomendada a realização de terapia cognitivo-comportamental ou terapias alternativas, como meditação, acupuntura, massagens ou fototerapia, por exemplo. Confira quais são os principais métodos de terapia do sono para dormir melhor.

3. Tratamento com remédios
O tratamento para insônia pode ser feito com a ingestão de medicamentos ansiolíticos ou para dormir, como são popularmente chamados, como o Flurazepam, Clonazepam ou Diazepam. Veja mais exemplos em: Remédios para ajudar a dormir.

No entanto, estes medicamentos só devem ser utilizados após indicação pelo médico e em casos muito específicos, pois podem causar dependência e efeitos colaterais, como quedas e alterações de memória, podendo, inclusive, piorar o sono do indivíduo.


Fonte: www.tuasaude.com
 

  Tags: #insônia #saúde #sono #geral #bemestar  


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